Spiga
Mostrando postagens com marcador emagrecer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador emagrecer. Mostrar todas as postagens

Para emagrecer: musculação ou aeróbico?

Você fica na dúvida na hora de escolher uma modalidade para alcançar o corpo dos seus sonhos? Descubra qual a melhor opção e comece a queimar calorias

 

A maioria das pessoas fica confusa quando resolve decidir o que fazer para perder peso, ficar mais saudável e feliz com o corpo. Por isso é importante aprender as diferenças de cada modalidade para conhecê-las e escolher um programa que seja mais interessante a fim de atingir os objetivos.

 

Musculação

 

É um treino de força. Durante a série, grande parte do sangue é desviado para a região que está sendo trabalhada, o que aumenta a vascularização e oxigenação do local. Qualquer um pode fazer, desde que liberado pelo seu médico após exames clínicos. "Pessoas com pressão alta, bem como as que realizaram cirurgias cardíacas ou ainda as que possuem outras limitações patológicas estão liberadas quando acompanhadas profissionalmente”, de acordo com o personal trainer Julio Marchetti.

 

A musculação também queima mais calorias que exercícios aeróbicos porque o corpo começa a gastar muito mais energia. É fácil de entender: "quando os músculos ficam mais condicionados o metabolismo fica mais acelerado e consome mais calorias durante o dia para manter esse estado físico. É o mesmo efeito de remédios de emagrecimento, mas de maneira natural", afirma Julio.

 

Aeróbico

 

É um treino de resistência. Gera energia para os músculos e proporciona maior oxigenação. Por esta razão, nem todos podem praticar estes exercícios, já que exige grande esforço cardiovascular. Outra diferença é que “os aeróbios não proporcionam um aumento considerável de massa muscular, não estimulam os músculos do tronco nem dos membros superiores”, afirma o especialista.

 

É importante destacar aqui que a sua escolha está diretamente relacionada aos resultados que deseja atingir e às condições físicas individuais.

 

Escolha certo

 

Qual é melhor para emagrecer? As duas! Para obter os resultados tão desejados é importante combinar musculação com aeróbicos e alimentação saudável. Você já deve estar cansada de ouvir sobre alimentação saudável – se você ingerir mais energia do que gasta durante o dia, com certeza irá engordar. O que você não sabe é que essa combinação é mais do eficiente no processo de emagrecimento.

 

Por exigir grandes esforços específicos, a musculação é a recomendação do personal Julio para quem deseja emagrecer. Mas esclarece que “apesar de ser um excelente exercício, não faz milagres. O que controla o peso do ser humano é o balanço calórico, isto é, o que ele ingere por meio da alimentação o que o organismo gasta diariamente. Não é porque começou a praticar esse tipo de exercício que vai emagrecer”.

 

Lembrando que as recomendações dependem dos objetivos de cada pessoa uma possibilidade para facilitar o emagrecimento é a seguinte seqüência: alongamento, exercícios de musculação e exercícios aeróbicos. Os aeróbicos depois do alongamento podem atrapalhar a musculação, diminuindo o rendimento dos músculos. Por isso deixá-los por último é uma boa opção.

 

Não esqueça: conforme você for atingindo os resultados desejados, com um programa de exercícios bem estruturados e muito bem realizados, a sua alimentação também precisará ser repensada. Afinal um corpo diferente exige uma quantidade de energia diferente, o que deve ser refletido nas suas refeições. Agora que você já sabe disso, comece hoje mesmo a ficar mais bonita!

 

Fonte: Portal iTodas - Julio Marchetti - personal trainer

Saiba como correr para perder a barriga

Queima da gordura abdominal exige tática de treino específica. Quem tem pressa em perder peso nem pensa duas vezes na hora de acelerar o passo: a corrida é, realmente, uma das melhores atividades físicas para emagrecer com saúde. O esporte aumenta o metabolismo, fazendo a queima de calorias acontecer mais rapidamente.

 

Por isso, o consumo maior de energia não se restringe aos minutos de treino, mas ao dia todo. Muitos defendem que a corrida leve é ideal para perder peso, numa prática com mais de 30 minutos. Nem sempre. O que emagrece mesmo é a continuidade da atividade física, com exigência crescente de esforço. O aumento do metabolismo, provocado pela atividade física, faz com que o organismo continue acelerado por mais alguma horas, depois do exercício. Ou seja, não é só durante a atividade física que há queima de gordura.

 

Com aumento do gasto calórico e uma dieta balanceada, seu corpo reage queimando as reservas de gordura. Por isso, as atividades mais longas ou mais intensas têm gasto energético-calórico maior e agradam mais quem busca resultados em pouco tempo.

 

A gordura abdominal, entretanto, exige uma tática específica para derreter. Contra ela, o mais eficaz é um programa de corrida ou caminha com variação de intensidade no mesmo treino. Isso, claro, sem exageros que levem a lesões. Os picos de treino obrigam o corpo a queimar energia até das fontes mais difíceis. Daí o consumo da gordura visceral.

 

Mas se você mantinha uma rotina sedentária, vá com calma. Lembre-se que o exagero de hoje pode significar até uma semana sem treinar. Respeite o seu ritmo e, na dúvida, peça orientação ao seu professor.

 

Fonte: Minha Vida

A proteína das manhãs

Emagreça com Saúde!

 

Estudo mostra que, nesse horário, o nutriente multiplica por até cinco vezes a sensação de saciedade ao longo do dia

 

Já se desconfiava que pitadas a mais de proteína na dieta evitariam ataques de gula. E nesta semana o British Journal of Nutrition publicou um trabalho surpreendente que, na verdade, foi realizado em solo americano, mais especificamente na Universidade Purdue, por um time liderado pelo nutricionista e doutor em ciência dos alimentos Wayne W. Campbell. “O horário em que você consome a proteína faz toda a diferença para aproveitar esse efeito saciedade”, sentencia o pesquisador, em entrevista a esta coluna.

 

Ele conta que, para o estudo, recrutou homens acima do peso na faixa dos 40 anos. Todos seguiram uma alimentação equilibrada de baixas calorias, fracionada em cinco refeições. Mas havia diferenças. Parte do grupo recebeu uma dieta com um teor, digamos, convencional de proteínas. Para o restante, porém, os nutricionistas criaram um programa alimentar com o mesmo valor calórico, mas com uma participação maior de fontes protéicas. De 18% a 25% das calorias consumidas vinham de alimentos ricos em proteínas.

 

“Já esperávamos que essa turma sentisse menos fome ao longo do dia”, admite Campbell. “O que eu me intrigava mesmo era descobrir o seguinte: se essas pessoas concentrassem mais proteínas em uma determinada refeição, será que isso faria alguma diferença? Vimos que sim.”

 

Para chegar a essa conclusão, ele dividiu os voluntários que comiam mais proteína em quatro grupos. O primeiro distribuiu os alimentos protéicos por todas as refeições. O segundo reforçou a presença das proteínas no café-da-manhã. O terceiro comeu mais de suas fontes no almoço e o quarto, no jantar. Todos os participantes tinham de responder perguntas sobre como andava a sua fome, se tinham vontade de devorar bombons no meio da tarde e coisas assim. Não bastasse isso, de vez em quando se submetiam a testes de sangue para medir hormônios envolvidos com a saciedade. Cruzadas todas essas informações, os cientistas notaram que não fazia muita diferença distribuir todas as porções protéicas ao longo das refeições ou deixá-las para o almoço e o jantar. No entanto, caprichar na proteína do café-da-manhã, ah, isso sim, era uma ajuda e tanto, capaz de multiplicar por quatro, muitas vezes até por cinco a intensidade e a duração da sensação de saciedade.

 

“Por que isso acontece? Bem, nós ainda não sabemos. Mas trata-se da primeira evidência científica de que o horário de consumo das proteínas faz diferença e uma revelação assim, sem dúvida, pode ajudar pessoas que precisam perder peso de uma maneira mais saudável, sem apelar para saídas malucas.”

 

O especialista lembra que, por ironia, muita gente prefere comer mais proteínas à noite e comenta que um café-da-manhã capaz de prevenir ataques de fome não tem nada de outro mundo, “principalmente nos países onde as pessoas têm o bom hábito de tomar leite no desjejum.” Ele aconselha que você complemente o leite desnatado com duas porções de alimentos protéicos. Uma porção equivaleria a um ovo cozido ou uma omelete simples preparada sem gordura ou feita só de claras; duas fatias finas de peito de peru ou de presunto light ou, ainda, de queijo light também; uma colher de sopa de queijo cottage; um copo de iogurte desnatado batido com adoçante, entre outros exemplos.

 

Fonte: Revista Saúde

Como emagrecer sem sacrifícios

Manter uma dieta, seguir ao pé da letra as instruções do regime sem se esquecer de nada, consultar um especialista e dar a máxima atenção e dedicação em combater os "quilinhos" são os requisitos básicos para perder peso de forma saudável. Mas até mesmo o regime mais bem planejado corre o risco de fracassar, se este representar um esforço muito grande para quem quer emagrecer.

 

Estes são alguns dos requisitos que devem ser incluídos em um programa de emagrecimento para torná-lo mais estimulante, favorecendo o cumprimento da dieta, em vez de um abandono prematuro.

 

Comidas favoritas: É proibido proibi-las.

 

Parar de consumir os alimentos favoritos é o pior que se pode fazer em uma dieta para controlar o peso, porque eles se tornam ainda mais atraentes e faz com que você se sinta privado deles. Isso aumenta o risco de que, quando estiver estressado ou deprimido, possa sucumbir ao desejo de render-se a um banquete.

 

O segredo é "cair na tentação, mas controlando a porção", ou seja, comer um pouco em vez de se fartar. No caso dos doces, é recomendável comer algumas colheres de sorvete em vez de um pote inteiro; um chocolate pequeno, em vez de um tablete; alguns biscoitos, em vez de uma lata inteira.

 

Balança sim, obsessão não.

 

Pesar-se várias vezes só leva a altos e baixos emocionais, já que o peso corporal pode mudar de um dia para outro ou ao longo do mesmo dia, devido à ingestão ou eliminação de líquidos.

 

Estas variações podem fazer com que os obsessivos pela balança desanimem, se não perceberem mudanças, ou se sintam mais seguros para cometer algum deslize calórico, caso notem uma pequena redução de peso.

 

O ideal é se pesar uma vez por semana. Uma redução de 200 a 500 gramas semanais significa que você está num bom caminho.

 

Exercício físico: Cansar sem esgotar.

 

Combinar uma dieta de redução calórica com um programa de atividade física intensa provavelmente deixará você tão cansado e dolorido que sentirá vontade de abandonar os exercícios.

 

O melhor é ir aumentando o exercício pouco a pouco sem se exigir demais, se concentrando mais no bem-estar que este produz do que na quantidade de calorias que queima.

 

Além de ajudar na redução de peso - ao queimar calorias e acelerar o metabolismo -, a atividade física aumenta a motivação para manter uma dieta saudável, pois reduz o estresse, dá mais energia, ajuda a dormir e oferece a sensação de que você tem o controle de sua vida.

 

Recompensas: Durante e depois.

 

Mudar o estilo de vida é um duro trabalho, que requer reforços periódicos para manter a motivação. Dê a você mesmo pequenos prêmios "não comestíveis" (filme, CD, brincos) quando alcançar uma meta. Os especialistas aconselham a não fixar objetivos muito ambiciosos, mas tentar reduzir até 10% do peso corporal por vez. Essa meta beneficiará sua saúde, ao reduzir a tensão arterial e o nível de colesterol, o que já é uma conquista.

 

Manter o conquistado também é difícil. Após alcançar o peso desejado, não deixe de comemorar pelo esforço que fez, já que não terá mais o incentivo de ver os "quilinhos" indo embora nem a atenção dos outros.

 

Fonte: Yahoo

Qual a dieta ideal para emagrecer?

Se o maior objetivo de sua vida no momento é eliminar peso, cuidado!

 

A dieta escolhida para emagrecer pode reduzir os quilinhos extras mas também pode causar alguns prejuízos à sua saúde.

 

Você já deve ter ouvido falar de inúmeros tipo de dietas: dieta da sopa, dieta da USP, dieta do suco, da lua, entre tantas outras. Porém, o que muitas pessoas não sabem é que a restrição excessiva de calorias, a exclusão de alimentos importantes e o jejum podem causar fraqueza, cansaço, indisposição e deficiência de nutrientes, que são doenças em certos casos muito sérias.

 

O que não falta hoje em dia são métodos diferentes para se eliminar peso. Porém é preciso tomar alguns cuidados para que o seu emagrecimento não seja a causa de algum problema de saúde:

 

 

Lembre-se sempre que uma dieta de emagrecimento além de ter quantidades reduzidas de alimentos, precisa de um equilíbrio entre os nutrientes e estar de acordo com as características individuais. Entregue-se ao seu objetivo com determinação e tenha um bom emagrecimento!

 

Fonte: Cyber Diet

Segundo nutricionistas, é preciso comer para emagrecer

Quem leu ou viu "O Senhor dos Anéis" pode se recordar da mania dos hobbits de comer seis refeições por dia. E não é que eles estavam certos? Os nutricionistas garantem: passar fome não emagrece ninguém, pelo menos não a longo prazo. Isso porque, quando o organismo fica muito tempo sem comida, começa a reter gordura, como um mecanismo de defesa. Para ficar com o corpo em forma, sem prejudicar a saúde, o certo é comer de três em três horas, dividindo as calorias que se pode consumir em frações. Entre as refeições principais - café da manhã, almoço e jantar -, o ideal é vigiar o relógio para ingerir nem que seja uma fruta ou um pedaço de queijo nos intervalos.

 

"O órgão que comanda tudo é o cérebro, e este não consegue usar a energia de algo que foi ingerido há mais de três horas", explica a nutricionista Denise Madi Carreiro, autora de "Alimentação, Problema e Solução para Doenças Crônicas". Quando as refeições ficam muito espaçadas, o cérebro começa a alterar funções e libera cortisol, o chamado hormônio do estresse. Aumenta, assim, a resistência à insulina e uma das conseqüências é a retenção de gordura como um mecanismo de sobrevivência.

 

Outro resultado do jejum prolongado é que o organismo começa a consumir proteínas, essenciais para equilibrar os sistemas mental e emocional. Segundo a nutricionista, esta e outras alterações do metabolismo podem causar problemas como ansiedade, insônia, gases, intestino preso, episódios repetidos de candidíase (doença ginecológica provocada por fungo) e queda do sistema imunológico. As alterações hormonais podem incluir até a interrupção da menstruação.

 

Nas "dietas de fome", a pessoa emagrece no começo porque perde líquido ou as proteínas, mas não gordura. "Se ficar sem comer resolvesse, a obesidade não seria o principal problema de saúde pública do mundo", afirma Denise. "Para perder gordura, é preciso comer." O contrário também é verdadeiro: aqueles que procuram seu consultório porque querem engordar conseguem atingir a meta quando se reeducam, comendo porções fracionadas de três em três horas. A diferença é que, para os que querem ficar magros, o cardápio tem obviamente menos calorias, e para quem quer engordar, é supercalórico. Mas sempre fracionado, em cinco ou seis refeições diárias.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Os shakes emagrecedores ajudam realmente a emagrecer?

O uso de publicidade testemunhal, onde pessoas públicas confirmam a seriedade dos produtos garantem um sucesso ainda maior nas vendas. Conquistar a silhueta definida sem sacrifícios é uma promessa convidativa que leva milhares de mulheres a aderirem aos famosos shakes milagrosos, ditos naturais.

 

A incógnita consiste na funcionalidade duvidosa destes emagrecedores, responsáveis pelo efeito transitório de peso e facilitadores na sua recuperação, quando são retomados antigos hábitos alimentares resultantes da falta de reeducação alimentar. O consumidor dever ter consciência de que sem mudança nos hábitos sedentários de vida, em breve voltará a ingerir descompassadamente a mesma quantidade de antes, recuperando o peso perdido.

 

As substâncias que compõem estes produtos são chamadas de fibras ou mucilagens. Elas aumentam o bolo alimentar e com isso a sensação gástrica de saciedade. Geralmente os fabricantes recomendam seu uso em substituição de uma refeição, porém utilizá-las como única fonte de alimentação pode levar à anemia e desnutrição. Os shakes não causam mal, mas em nenhuma hipótese devem ser utilizados em substituição dos alimentos e sim como um complemento alimentar, porque esse tipo de refeição não possui todos os benefícios de um alimento natural , ressalta o nutricionista Rodrigo Provietti.

 

Os shakes induzem à substituição momentânea de uma ou mais refeições por um complemento alimentar de baixo teor calórico, garantindo uma ingestão diária menor do que o habitual e uma conseqüente perda de peso.

 

Como é comum uma adaptação do organismo a períodos de privação, o uso indiscriminado desses produtos para emagrecer, restritivos quanto ingestão calórica, leva o organismo a diminuir seu gasto de energia para se adaptar a baixa oferta alimentar. Com um gasto diminuído e a retomada dos hábitos antigos, a recuperação de peso pode ser ainda mais rápida. A melhor solução para uma perda efetiva de peso é estabelecer hábitos alimentares saudáveis, por meio de alterações gradativas, mas eficazes na alimentação do indivíduo , explica a nutricionista Lara Natacci.

 

As supostas contra indicações estão relacionadas à possível sensibilidade a componentes do produto, como a presença de leite e derivados para pessoas com intolerância à lactose ou glúten. Existem doenças que limitam o consumo de certos ingredientes como o açúcar para diabéticos e sal para hipertensos. Alguns desses produtos podem conter grandes quantidades de fibras, que causam transtornos intestinais, gases e flatulência.

 

A associação de defesa do consumidor, a Pro Teste, analisou em novembro de 2005, seis marcas de shakes sabor chocolate (Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife, In Natura e Slim Fast) e o resultado foi surpreendente. Todas elas foram barradas em pelo menos um dos critérios da avaliação. A análise observou diversos aspectos dos produtos e nenhum deles estava dentro das exigências para o consumo seguro, conforme as informações fornecidas no rótulo.

 

Os problemas mais recorrentes foram a falta de fibra em alguns shakes, excesso de proteínas, carboidratos e deficiência de gorduras. Houve equívoco nas informações contidas nos rótulos das embalagens de cálculos existentes nas tabelas nutricionais, assim como as indicações que aconselham ao consumidor a substituir refeições pelos shakes.

 

Vou ser sincera. Ajudar a emagrecer ajuda. Porém, você enjoa do sabor rapidinho. Chega um momento que se torna insuportável sentir o cheiro, de qualquer um destes emagrecedores , afirma a estudante Luciana Pinheiro.

 

O estudo comprovou através dos testes que estes produtos instigam a privação de alimentos e logo a ausência de vitaminas e nutrientes necessários para manter a saúde adequada. Uma das marcas analisadas não continha o mínimo de valor calórico recomendado por dose pela Anvisa, que são 200 calorias.

 

Alguns desses produtos até causam uma boa saciedade na hora em que são consumidos, mas, na maioria dos casos, a substituição de uma refeição completa por um shake, sopa ou barra de cereais faz com que a fome reapareça pouco tempo depois de comer , reitera Natacci.

 

A missão é eliminar peso e não perdê-lo, afinal quem perde pode acabar encontrando novamente. Mais prejudicial que o sobrepeso é o efeito sanfona. Alguns estudos relacionam mudanças bruscas na massa corpórea com maior índice de mortalidade. Essas dietas de rápido emagrecimento diminuem a taxa de metabolismo, dificultando ainda mais a eliminação dos quilinhos extras no futuro.

 

Todas essas coisas que podemos usar para nos ajudar na perda de peso não valem nada caso não haja mudança no estilo de vida em termos de alimentação e atividade física. Sempre é preciso ter bom senso, não existe nenhuma mágica para se emagrecer. Não devemos querer ser emagrecidos e sim querer emagrecer , completa a endocrinologista Maria Bitelli.

 

Fonte: Guia da semana

Stévia vs Aspartame

Introdução à Stévia Rebaudiana

 

A stévia é um pequeno arbusto perene que pertence à familia dos crisântemos e é nativa no Paraguai. Esta planta tem uma extraordinária capacidade adoçante. Em sua forma natural é aproximadamente 10/15 vezes mais doce que o normal açúcar doméstico. Na sua forma mais comum de pó branco, extraído das folhas da planta, chega a ser de 70 a 400 vezes mais doce que o adoçante natural. Por este motivo é o açúcar mais poderoso do mundo. Pessoalmente até pouco tempo não conhecia nem mesmo sua existência, e portanto não ví o emprego desta planta como ingrediente, em nenhum produto hoje disponível no mercado. Por que?

 

Estas são as principais características desta planta:

 

- não causa diabete

- não contém calorias

- não altera o nível de açúcar no sangue

- não é tóxica

- inibe a formação da placa e da cárie dental

- não contém ingredientes artificiais

- pode ser usada para cozinhar

 

A Stévia é conhecida ainda pelas suas propriedades medicinais e foi usada pelos índios pelos seus dotes curativos por centenas de anos. Estes são os seus possiveis empregos médicos: diabete, obesidade, iperatividade, pressão alta, ipoglicemia, indigestão, candidiase, e além disso é um bom tônico salutar para a pele, inibe o desejo de carboidratos e diminui a necessidade de tabaco e alcool.

 

Introdução ao Aspartame

 

O aspartame é um adoçante artificial criado em laboratório e descoberto por acaso por um quimico da empresa G.D. Searle em 1965. A Monsanto (se recordam da tecnologia Terminator e a nossa batalha contra os OGM? Sim são próprio eles) aquisiteu a G.D.Searle em 1985. O aspartame é de longe a susbstância mais danosa em comércio que vem adicionada em muitos alimentos e fármacos que a gente utiliza quotidianamente. Segundo os pesquisadores e os médicos que estudam os efeitos colateriais provocados pelo aspartame as seguintes doenças crônicas podem ser desencadeadas ou pioradas com a sua ingestão: tumôres no cérebro, epilepsia, sindrome de fadigamento crônico, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, retardamento mental, linfoma, defeitos de nascença, fibromialgia e diabete.

 

Esta substância é constituida por três elementos quimicos: ácido aspártico, fenilalanina, e metanol. O livro “Prescrições para uma nutrição saudável” de James e Phillys Balch relata o aspartame sob a categoria “venenos quimicos”. Procuramos entender porque:

 

Acido Aspartico

 

O aspartame é constituido por 40% de ácido aspártico e o Dr. Russel L.Blaylock, um professor de neurocirurgia da universidade Médica do Mississipi, publicou um livro no qual descreve todos os danos causados (existem bem 500 referências ciêntificas) pela ingestão despropositada deste aminoácido.

 

O ácido aspártico é o precursor de um neurotransmissor chamado aspartato que em dosagens excessivas mata “excitando até a morte”(excitotoxina) alguns neurônios causando um exagerado afluxo de cálcio nas células. Isto causará a morte das mesmas células por uma alta produção de radicais livres. Durante a infância a barreira sanguinea do cérebro que normalmente protege o cérebro do excesso de aspartato e outras substancias danosas, não é plenamente desenvolvida, não protegendo de consêquencia todas as áreas do cérebro.

 

Mulheres grávidas e neo-mães tenham cuidado com suas crianças! Diversos estudos demonstraram que uma prolongada exposição a esta substância provoca as doenças acima mencionadas, e mais outros doenças como a perda da memória e surdez, problemas hormonais e outros mais.

 

A Fenilalanina

 

O aspartame é constituido em 50% de fenilalanina, um aminoácido que se encontra normalmente no cérebro. Nas pessoas que ingerem normalmente este adoçante foram encontrados níveis exageradamente altos (frequentemente letais) de fenilalanina no cérebro, e os indivíduos afectos da fenilcetonúria (impossibilidade de metabolizar esta substância) são ainda mais a risco.

 

Excessivos níveis de fenilalanina no cérebro podem causar um abaixamento do nível de serotonina neste último portando várias desordens: depressão, esquizofrenia, dor de cabeça e torna o indivíduo mais susceptivel ao infarto.

 

O Metanol (10% do aspartame)

 

Se recordem os incidentes passados devidos a este veneno? Causou a cegueira e a morte de alguns bebedores de vinho o alguns anos atrás. Esta substância se oxida no nosso corpo produzindo formaldeide e ácido fórmico: estes dois metabolizados são altamente tóxicos. O formaldeido é uma substância cancerígena, causa danos à retina, interfere com a formação do DNA e produz defeitos de nascença.

 

Os estudos de envenenamento do metanol incluem: gravíssimos distúrbios nas vistas, zumbido nos ouvidos, náusea, brancos na memória, distúrbios gastointestinais e muitos outros. Foram feitos diversos estudos em animais referente a utilização do aspartame e nos anos 70 foi descoberto que muitos destes foram gravemente falsificados para tornar inócua esta substância aos olhos de todos.

 

Diabete

 

A Associação Diabete Americana (ADA) está atualmente aconselhando o uso deste veneno às pessoas afectas por esta terrível doença. Segundo os estudos do Dr. H.J.Roberts (especialista em diabete, membro do ADA e respeitável experto em adoçantes artificiais) o aspartame além de não resolver nenhum problema diabético, lhe piora gravemente os sintomas. Incrivel!!!

 

A liberdade de escolha violada mais uma vez

 

Em 22 de fevereiro de 2000 a Comissão Européia, segundo as opiniões da “Comissão Ciêntifica para os Alimentos” (SCF), publicou a decisão que a Stévia Rebaudiana (planta e extratos secos) não pode ser inserida no mercado comunitário como alimento ou como simples ingrediente. Nós continuamos a perguntar a nós mesmos, se quem toma estas decisões é consciente de invadir o campo das liberdades de escolha do consumidor proibindo o uso e a venda disto e daquilo favorecendo uma escolha que já demonstrou danosa à nossa saúde. Se a esta consideração lhe acrescentamos os estudos e as pesquisas dos médicos e ciêntistas que nos iluminam sobre malfeitos de algumas organizações o quadro é completo.

 

A Stévia foi talvés banida porque, sendo uma planta que cresce expontaneamente, não pode ser patenteada e portanto, não se pode lucrar com ela? O aspartame, para alguém deve ser uma boa alternativa, visto a patente e os efeitos colaterais. Talvés a venda de Prozac, o remédio de primeira escolha para a depressão e esquizofrenia (veja diminuição dos níveis de serotonina no parágrafo fenilalanina) e de outros fármacos para o controle do infarto, porta tanto proveito que seria uma pena eliminar-lhes?

 

Talvés os doentes de cancer e outras graves doenças são poucos? Os pobres doentes portam dinheiro, e então amigos meus, sobre esta terra somos demais!!

 

Fonte: Edição Nexus n.3, n.4 Avalon Edizioni – C.P.008 – 35127 – Padova interporto