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Acupuntura é melhor do que aspirina contra dores de cabeça, diz estudo

A acupuntura, tradicional terapia chinesa com agulhas, funciona melhor do que medicamentos analgésicos, como a aspirina, para reduzir a severidade e a freqüência de dores de cabeça crônicas, segundo estudo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos.

 

De acordo com os especialistas, “a acupuntura está se tornando uma opção favorável para uma variedade de propósitos, que vão desde melhorar a fertilidade à redução da dor pós-operatória, porque as pessoas experimentam significativamente menos efeitos colaterais e ela pode ser uma opção menos cara do que as outras”, disse o pesquisador Tong Joo Gan, líder do estudo.

 

Avaliando, a partir de 32 estudos, dados de cerca de 4 mil pacientes com enxaqueca, cefaléia tensional e outras formas de dor de cabeça crônica, os pesquisadores descobriram que, enquanto 62% dos pacientes tratados com acupuntura apresentaram alívio, apenas 45% daqueles que tomaram medicamentos tiveram essa melhora.

 

Além disso, a acupuntura verdadeira se mostrou mais eficaz também do que a falsa (cujas agulhas são colocadas em pontos não terapêuticos), mostrando que o alívio não acontece por efeito placebo. Cerca de 53% daqueles submetidos à técnica verdadeira tiveram melhoras, contra apenas 45% daqueles que fizeram a “falsa” acupuntura.

 

Os resultados mostraram que eram necessárias cinco ou seis sessões para os pacientes conseguirem algum alivio. “A análise reforça que a acupuntura é uma fonte bem sucedida de alívio para dores de cabeça crônicas”, concluíram os pesquisadores.

 

Fonte: Anaesthesia and Analgesia. 2008

 

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Falsificação de remédios movimenta US$ 75 bilhões

A falsificação de remédios movimenta pelo menos US$ 75 bilhões, "muito acima do tráfico ilegal de drogas", com a diferença de que o risco para quem comete estes crimes é "muito menor".

 

Esta é a estimativa do diretor de segurança global da companhia de pesquisa biomédica Pfizer Internacional, David Shore, que afirma que é "muito difícil conhecer a magnitude real do problema", embora acredite que este mercado cresça ao ano a um ritmo de 30%.

 

A internet se transformou no trampolim deste comércio de escala global e a Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte de que 62% dos medicamentos vendidos na rede são falsos, com a ameaça que isto representa para a saúde da população.

 

Segundo os prognósticos do Center for Medicine in the Public Interest, dos Estados Unidos, este mercado alcançará um volume de aproximadamente 55,5 bilhões de euros em 2010, com um aumento de mais de 90% desde 2005.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Estudos britânicos ligam pressão alta a risco de demência

Dois estudos conduzidos por pesquisadores britânicos sugerem que o controle da pressão alta pode reduzir dramaticamente o risco de demência.

 

A primeira pesquisa, realizada por cientistas do Imperial College London, aponta que medicamentos para pressão alta podem reduzir a incidência da doença em até 13%.

 

O estudo, divulgado na publicação científica "Lancet Neurology", observou pacientes idosos com pressão alta para avaliar se os que estavam recebendo medicamentos tinham menos chances de desenvolver demência em comparação com os que não estavam sendo tratados.

 

A experiência foi interrrompida logo após os cientistas verificarem os benefícios dos medicamentos na redução de infartos e doenças cardíacas, não sendo possível verificar sua ação direta sobre a demência.

 

No entanto, ao comparar os resultados com outros estudos semelhantes, os especialistas britânicos perceberam que os pacientes que haviam recebido tratamento para pressão alta tinham 13% menos riscos de desenvolver a doença.

 

Fluxo sangüíneo

 

As razões precisas pelas quais a pressão arterial pode aumentar o risco de demência não foram esclarecidas pelos especialistas.

 

Vários cientistas acreditam que o motivo seja a diminuição do fluxo sangüíneo para o cérebro, acarretando na falta de oxigênio.

 

Pacientes que sofrem de restrições do fluxo sangüíneo são descritos normalmente como portadores de "demência vascular" e respondem por aproximadamente um quarto dos casos da doença.

 

O segundo estudo, realizado pela ONG britânica Alzheimer's Society, sugere que a demência vascular tem seis vezes mais chances de se desenvolver em pacientes com pressão alta com idades entre 40 e 50 anos.

 

Os especialistas acreditam que se o tratamento para pressão alta fosse aplicado corretamente, só na Grã-Bretanha 15 mil vidas poderiam ser poupadas todos os anos.

 

O diretor da ONG, Neil Hunt, sugere que as pessoas chequem regularmente a pressão arterial e taxas de colesterol.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Como escolher os alimentos para ter mais disposição

Encarar o expediente ou uma atividade física depois de saborear uma feijoada é praticamente impossível. Mas há outros alimentos mais "inocentes" que também são capazes de roubar nossa energia, como afirma a nutróloga Jane Corona, do Rio de Janeiro.

 

Autora de livros como "Fadiga Crônica" (DP&A Editora) e "Saboreando Mudanças" (Ed. Senac), ela afirma que, para certas pessoas, até um simples pãozinho e o café com leite podem ser causa de problemas digestivos e má disposição.

 

Não se trata de alergia, mas uma espécie de sensibilidade ao alimento que tem origem no intestino. Quando a mucosa está irritada, seja por estresse, ou pelo consumo de medicamentos, sua permeabilidade aumenta. O organismo passa, então, a absorver moléculas maiores, que normalmente passariam direto, e reage como se tivesse assimilado um corpo estranho. O processo pode ocorrer, por exemplo, com a lactose, o açúcar do leite, ou com o glúten, presente em pães, aveia e farináceos.

 

A nutróloga lembra que alimentos muito açucarados também podem provocar cansaço e desânimo. Embora a glicose seja fonte de energia, o exagero provoca o efeito inverso. "O corpo estoca a energia que não foi usada em forma de gordura, mas, até que isso aconteça, há uma série de reações químicas que resultam na produção de álcool", esclarece. O resultado é irritação, cansaço e uma sensação de torpor.

 

Fonte: Ciência e Saúde

ACNE, de novo? (Parte 3)

ACNE ROSÁCEA

 

Este tipo de acne é diferente, pois vem acompanhada de pequenos vasos vermelhos. "Surge depois dos 30 anos de idade tanto em homens como em mulheres", diz o professor Sampaio.

 

As causas podem ser o uso de medicamentos como corticóides, anticoncepcionais, além de fatores emocionais.

 

"O quadro é agravado pelo sol e pela ingestão de álcool, assim como de alimentos fortes e muito condimentados. E pode estar ligado a fatores do trato intestinal."

 

Fonte: Revista Viva Saúde