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Praticar atividade física em qualquer idade é essencial para ter uma vida longa

Manter o corpo em ação, em qualquer idade, é fundamental para uma vida longa e jovem. A seguir, aprenda como garantir uma maturidade mais vigorosa e saudável.

 

Quando somos jovens, atividades rotineiras que exigem força, flexibilidade, equilíbrio e agilidade parecem fáceis. Por isso não nos importamos em preservar essas capacidades funcionais para o futuro.

 

Com o processo de envelhecimento (que se intensifica aos 30 anos) você naturalmente começa a perdê-las e nem se dá conta. É a diminuição da reserva funcional, que é a capacidade de produzir e usar energia para responder às solicitações do corpo.

 

Os resultados dessa perda: redução de massa óssea e muscular, aumento de gordura, intolerância à desidratação ou ao excesso de líquidos e desaceleração do metabolismo. “Quem se mantém ativo desde cedo enfrentará um déficit muito menor lá na frente”, diz Paulo Zogaib, fisiologista do exercício da Unifesp.

 

“O sedentarismo acelera os danos no organismo, já que a falta de contrações musculares estimula a diminuição de massa magra. Entre os 25 e 50 anos a mulher perde cerca de 10% dos músculos”, fala o fisiatra José Maria Santarém, coordenador do Centro de Estudos em Ciências da Atividade Física da Faculdade de Medicina da USP.

 

Entre 30 e 40 anos

 

Após os 30 inicia-se uma queda lenta e gradual da reserva funcional. Depois dos 35, a perda de massa óssea atinge cerca de 1% ao ano. A composição corporal tende a um acréscimo de gordura localizada e diminuição da massa magra. É um momento marcado por uma dedicação mais intensa à vida profissional e muitas mulheres tornam-se sedentárias.

 

Atividade física ideal

 

Divida a sua malhação em 70% de aeróbico, que visa a fortalecer e proteger o sistema cardiovascular, além de queimar as gordurinhas, e 30% de localizado. O treino de força deve priorizar as áreas que sofrem mais com o envelhecimento — barriga, glúteos, coxas e cintura. Faça uma hora de musculação e uma de aeróbico de três a quatro vezes por semana.

 

Alimentação perfeita

 

Para a nutricionista Heloísa Guarita, possivelmente por questões hormonais, as mulheres sofrem mais com prisão de ventre nessa etapa: “O problema está relacionado ao emocional, que é marcado por mudanças como casamento, emprego e filhos, que aumentam o nível de estresse”. Portanto invista em fibras — frutas frescas, verduras, legumes e grãos integrais — e bastante líquido.

 

Entre 40 e 50 anos

 

É na proximidade do climatério que o envelhecimento se acentua e é mais visível. A menopausa acelera a perda de massa óssea, que chega a 3% ao ano, o que exigirá uma atenção maior com a prevenção à osteoporose.

 

Atividade física ideal

 

Os trabalhos de força ganham mais importância e devem compreender 40% do seu programa de fitness. Dê ênfase aos membros inferiores e ao abdômen, pois há uma tendência de a barriga se tornar mais saliente. Os exercícios que atuam sobre os músculos estabilizadores, principalmente os do tronco, são importantes para manter o equilíbrio. Divida seu treino em musculação e aeróbico três vezes por semana. A corrida estimula a parte óssea.

 

Alimentação perfeita

 

Dobre o consumo de hortaliças, frutas e legumes frescos. “Eles ajudam a reduzir o risco de câncer de mama e de colo de útero”, garante a nutricionista Heloísa Guarita. Alimentos ricos em betacaroteno, presente em vegetais alaranjados e em folhas verde-escuro, protegem contra o câncer de mama. Os alimentos fibrosos fazem você comer menos e, assim, não engordar, pois aumentam a saciedade. E para as mulheres que se aproximam da menopausa, a soja é fundamental.

 

Fonte: Revista Corpo a Corpo/Edição 223

Conheça sobre a nova ginástica

Nem só de alimentação vive o corpo saudável. É preciso muito exercício para entrar em forma, mas bastante gente desanima só de pensar em encarar uma aula chata, complicada e cansativa de ginástica. No entanto, os tempos de malhação sem prazer estão ficando no passado, e atividades que unem a diversão aos resultados benéficos estão cada vez mais em alta. Um grande exemplo é o Jump Fit, uma aula com coreografias sobre um trampolim elástico individual, que chega a queimar de 400 a 900 calorias em 45 minutos.

 

- Os movimentos são similares à antiga ginástica aeróbica, mas muito mais fáceis de fazer e sem o menor impacto nas articulações - explica Cida Conti, professora de educação física que criou a modalidade baseada em estudos de outras atividades que usam o mini-trampolim.

 

Cida conta que o principal benefício do Jump Fit é a melhora do sistema cardiovascular, que resulta na eficaz queima das gordurinhas indesejadas.

 

- A intensidade do exercício é maior do que em qualquer outra aula. Como não tem impacto, as pessoas conseguem treinar em níveis elevados. A atividade também melhora a resistência muscular das pernas e do bumbum - garante ela, que detém diversos títulos como o de "Melhor professora de ginástica de São Paulo de 1994".

 

Jump Fit pode ajudar no combate à celulite, pois, durante os exercícios ocorre a drenagem linfática pela contração periférica nos músculos dos membros inferiores (processo comprovado como o mais eficaz neste tipo de ação), ao mesmo tempo em que fortalece as pernas e glúteos, principalmente.

 

Como estímulo da circulação, ocorre uma dinamização dos processos de troca de nutrientes e excreção de substâncias nocivas ao corpo, promovendo assim uma melhora geral na saúde. A modalidade ainda abaixa a pressão arterial e previne a osteoporose, em função das forças combinadas durante os movimentos no trampolim, que fortalecem os tecidos ósseos. Os benefícios também se estendem no campo mental, pois o Jump Fit garante grande poder de motivação e relaxamento. Nos momentos em que se está no ar, livre da ação da gravidade, ao mesmo tempo em que treina, o praticante descarrega toda a agressividade, sendo uma atividade ideal para diminuira tensão e o estresse da vida moderna.

 

De acordo com a Universidade de Oklahoma, a lona elástica do trampolim absorve 87% dos impactos. Também vem sendo bem difundido os benefícios desta atividade na recuperação de lesões de atletas.

 

Vários estudos voltados a identificar as conseqüências e benefícios dos exercícios físicos em relação a osteoporose vem sendo realizados.

 

A osteoporose é uma doença óssea metabólica, que ocasiona a diminuição absoluta da quantidade de massa óssea, levando o portador a um estado de fragilidade tamanho que qualquer trauma pode levar a importantes fraturas.

 

Uma das pesquisas mais importantes neste ramo foi realizada pelo cientista e pesquisador, Dalsky, que revelou que após nove meses de atividade física com peso, o aumento da massa óssea da coluna vertebral em mulheres na pós menopausa foi de 5,2%.

 

O estudo de Dalsky concluiu que a as atividades ideais na prevenção da osteoporose são as relacionadas ao exercício da força, principalmente voltados aos membros inferiores e a coluna.

 

Mas como o Jump ajudaria na prevenção desta doença? Por exemplo quando se corre , o movimento que se executa é contrário a gravidade; esta é a maior força física que os seres humanos enfrentam , e qualquer atividade física que desafie esta força vertical representa um ótimo meio de condicionamento para músculos e ossos.

 

Nesta etapa o Jum Fit entra e se destaca, já que é o único exercício conhecido que se baseia em desafiar a força da gravidade, sendo mais eficiente para os membros inferiores em relação aos demais, proporcionando desta forma grandes benefícios na prevenção e melhoria da osteoporose.

 

Segundo Cida Conti, o Jump Fit deu um novo ânimo nas academias de todo o Brasil. Os alunos voltaram praticar uma atividade coreografada e, curiosamente, a modalidade atraiu um grande número de homens - normalmente avessos à atividades físicas com coreografias.

 

Fonte: Portal Minha Vida

Seria a cerveja a causa da barriga saliente?

O nome já aponta o culpado: barriguinha de chopp. Mas será que este é realmente o vilão responsável pela gordura a mais na região abdominal?No entanto, o estudo não traz novidades para aqueles que são adeptos à "bebida com moderação". Pois, segundo a nutricionista, Lucinete Souza, a ingestão freqüente e exagerada de cerveja pode levar a um excesso de peso sim.

 

"A cerveja ingerida em excesso associada à falta de exercícios e uma alimentação incorreta colabora para uma barriga a mais, já que o acúmulo de gordura se concentra mais na região abdominal", esclarece ela.

 

Outro fator agravante é que o choppinho geralmente vem acompanhado de amendoim, batata frita, queijo ou outros petiscos bastante calóricos. Além disso, o efeito diurético do álcool contido na cerveja aumenta a produção de urina, favorecendo a eliminação de vitaminas e minerais, antes que eles sejam absorvidos pelo organismo.

 

A nutricionista diz que a dose recomendada de cerveja é de uma lata de 290 ml para as mulheres e duas para os homens, por dia. Esta quantidade não causa nenhum mal para a saúde e para o físico.

 

Outra dica dada por Lucinete são as versões light da bebida. "Uma lata de cerveja light possui 3 % de teor alcoólico e 77 calorias, já a cerveja comum tem 5% de teor alcoólico e 122 calorias", compara ela.

 

Sobre a "crucificação" da cerveja como o principal vilão da barriguinha saliente, a nutricionista explica que qualquer bebida alcoólica ingerida em excesso aumenta as calorias do dia-a-dia e pode fazer a pessoa engordar. O importante é saber dosar.

 

Confira a lista de calorias de algumas bebidas:

 

- Caipirinha sem açúcar (200 ml) = 126 calorias - Caipirinha com açúcar (200 ml) = 187 calorias - Champagne (100 ml) = 85 calorias - Licor (30 ml) = 116 calorias - Marguerita (50 ml) = 140 calorias - Martini (50 ml) = 135 calorias

 

Fonte: Minha Vida

Problemas alimentares também causam queda de cabelo

Uma alimentação inadequada pode resultar em um conjunto de problemas nos mais diversos órgãos do corpo. Com os pêlos e cabelos não é diferente e estes acabam sofrendo quando a alimentação inadequada se torna uma rotina.

 

Os cabelos apresentam um elevado teor de proteínas em sua composição, assim como bons níveis de minerais (como zinco, ferro, cálcio etc), sendo estes essenciais para a arquitetura dos fios. Vitaminas (como a biotina, a vitamina C, E, pantenol etc) participam no processo de formação dos fios e sua ausência nas células da raiz pode acarretar problemas de formação e de estrutura capilar.

 

Nossa alimentação baseada no estilo de vida ocidental, pobre em proteínas, minerais, vitaminas e rica em carboidratos e gorduras é um mal que de alguma forma aflige os cabelos. Isto porque a ingestão dos elementos importantes para a qualidade dos fios acaba sendo insuficiente em detrimento de outros de menor importância. Os resultados são cabelos frágeis, quebradiços, sem brilho, elasticidade e também a queda capilar.

 

Na grande maioria das vezes a correção dos erros alimentares dos pacientes com estas queixas capilares é suficiente para estes problemas desaparecerem. Em casos mais extremos, quando o paciente não colabora com uma alimentação adequada ou não pode comer determinados tipos de alimentos, a suplementação nutricional é fundamental. Suplementos a base de proteínas, minerais e vitaminas são encontrados em farmácias e casas especializadas em nutrição e podem ajudar, desde que o quadro clínico do paciente exija este tipo de orientação por parte do tricologista (médico especialista em cabelos), ou dermatologista que avaliou o problema.

 

Casos de pacientes com bulimia e anorexia e que sofrem com queda capilar pedem um estudo mais elaborado das deficiências nutricionais e deve ser feito em conjunto com a equipe que esteja cuidando do caso (muitas vezes o psiquiatra, o psicólogo e o nutricionista). Cuidar dos cabelos de um bulímico ou anoréxico pode parecer algo de menor importância, uma vez que a vida do paciente está em jogo. Apesar disto, manter a auto-estima do paciente elevada em função da qualidade de seus cabelos pode ser essencial, já que eles exercem um reforço importante na parte psíquica.

 

Infelizmente alguns hábitos, aparentemente saudáveis, costumam dar maior trabalho ao especialista de cabelos quando a qualidade ou a queda dos mesmos começa a se fazer presente. O hábito da alimentação essencialmente baseada em vegetais é um exemplo. Além de uma maior propensão a cabelos fracos, provavelmente por uma ingestão protéica aquém da necessária para a produçao excelente dos fios de cabelos, estes pacientes são os que apresentam maior dificuldade de recuperação de quadros capilares, assim como necessitam de maior tempo para observar resultados significativos.

 

Em virtude de todos os pontos salientados, devemos valorizar sempre a alimentação como um fator de importância na qualidade dos fios de cabelo e na prevenção e tratamento da queda capilar. Cair nas armadilhas e facilidades da alimentação da vida moderna ou adquirir determinados hábitos e comportamentos podem interferir negativamente nos cabelos causando queda e perda da qualidade dos cabelos.

 

Uma vez que estados de queda capilar ou perda da qualidade dos fios se faz presente o dermatologista ou o tricologista, são os especialistas indicados para o tratamento destes problemas. A estes profissionais caberá instituir condutas e orientações que venham a suprir as deficiências de nutrientes e ajudar na recuperação dos cabelos. Normalmente casos de problemas capilares em virtude de erros alimentares costumam evoluir bem com estes tratamentos.

 

Fonte: Yahoo

Comer frutas e verduras pode proteger contra cânceres de cabeça e pescoço

Pessoas que comem muitas frutas e verduras podem ter menor risco de desenvolver câncer de cabeça e pescoço, segundo estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. E, mesmo considerando o hábito de fumar e o consumo excessivo de álcool, principais fatores de risco para a doença, o consumo de frutas e verduras ainda parecia proteger contra os cânceres.

 

Os pesquisadores avaliaram mais de 490 mil americanos com 50 anos ou mais de idade, com relação à sua alimentação e fatores ligados ao estilo de vida, acompanhando-os por quatro anos. E descobriram que aqueles que comiam mais frutas e verduras – entre três e quatro porções diárias – tinham um terço menor risco de ter câncer de boca, garganta ou da caixa vocal (laringe) do que aqueles que comiam menos de uma porção por dia.

 

A pesquisa, publicada no "International Journal of Cancer", destacou como melhores protetores contra os cânceres, alguns legumes como feijões, ervilhas, pimentões, tomates e cenouras, além de frutas como maçãs, nectarinas, pêssegos, ameixas, pêras e morangos.

 

Embora as razões da proteção não estejam claras, os autores destacam que esses alimentos contêm "numerosos compostos potencialmente benéficos", incluindo antioxidantes, que podem proteger contra os cânceres de cabeça e pescoço. E não seria possível pontuar quais desses compostos seriam os responsáveis.

 

Em geral, os especialistas recomendam o consumo de pelo menos cinco porções diárias de vegetais, incluindo frutas, verduras e legumes, para manter uma boa saúde geral.

 

Fonte: International Journal of Cancer