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Aposte nestes exercícios para a saúde do seu coração




Para garantir um coração saudável, os médicos recomendam um remédio milagroso: movimentar o corpo. Quando fazemos exercícios regularmente, o coração trabalha com mais eficiência e sem ter que fazer tanto esforço. O sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso previne o risco de doenças cardiovasculares, como infarto, colesterol alto, derrame e hipertensão.

"Enquanto uma pessoa sedentária tem de 80 a 100 batimentos por minuto, uma pessoa condicionada está entre 60 e 70 batimentos por minuto", explica o professor de educação física Paulo Mazzeu, da academia Competition, de São Paulo. Pode parecer pouco, mas essa melhora na eficiência diminui em 40% o risco de complicações cardiovasculares.

Para favorecer o sistema cardiovascular, os exercícios precisam elevar a frequência cardíaca. "É o caso da caminhada, da bicicleta, da natação, corrida, aulas de step e jump", recomenda Paulo Mazzeu. Confira, a seguir, por que essas atividades fazem tão bem ao músculo vital e quais as variações de treino que favorecem a saúde cardiovascular.


Tempo e frequência

Você não precisa passar duas horas na academia todos os dias para proteger o coração. Mesmo pequenas quantidades de atividade física podem reduzir o risco de doença cardíaca, diz um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA).

Segundo a pesquisa, praticar 150 minutos - o equivalente a duas horas e meia - de exercícios por semana diminui o risco de doença cardíaca em 14%. Essa porcentagem aumenta de acordo com a quantidade de exercícios praticados.

"O mais importante é que faça com regularidade, pois seus efeitos benéficos não são mediatos, mas, sim, a médio e longo prazo", explica o cardiologista Cláudio Baptista, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).


Corrida

Ela afasta o risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão e colesterol alto, graças ao condicionamento físico que a atividade proporciona. Sendo uma atividade aeróbica, a corrida de longa duração e baixa intensidade condiciona o coração.

De acordo com o médico do esporte Ricardo Munir Nahaf, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), depois de algum tempo de prática, seu organismo passa a economizar energia para realizar algumas tarefas. Essa economia gerada pelo condicionamento físico é que impede que ele se sobrecarregue, facilitando o controle de pressão, colesterol e peso.

Segundo o personal trainer Edson Ramalho, de São Paulo, após duas ou três semanas, já é possível sentir a diferença da corrida no condicionamento físico. Até mesmo tarefas corriqueiras, como subir escadas, tornam-se mais fáceis. Como resultado, os afazeres ficam menos cansativos e mais prazerosos.


Caminhada ao ar livre


Para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. As passadas reduzem a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia, da Unifesp.

A caminhada também é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Além de regular os níveis de colesterol no corpo, os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.


Caminhe na esteira
 
A caminhada em esteiras com velocidade entre 4,0 e 6,0 km/h (acima disso poderá prejudicar a coluna lombar) e com inclinação entre 2 e 12% (sem segurar na barra de apoio) é uma atividade cardiovascular excelente. "Ao mesmo tempo em que consegue elevar a frequência cardíaca para uma zona de treinamento mais eficaz do que uma caminhada normal, este tipo de treino tem uma sobrecarga articular muito menor para os tornozelos, joelhos e coluna do que o treino de corrida tradicional", explica o professor de educação física Paulo Mazzeu.


Natação
 
São vários os benefícios de quem opta pela modalidade, principalmente quando se está fora de forma. Dois desses benefícios são o baixo impacto nas articulações e a melhora do processo cardiorrespiratório.

Para o preparador físico Rodrigo Taddei, de São Paulo, algumas estratégias do treino da natação são capazes de aumentar o condicionamento do coração e também acelerar a queima de gordura corporal. São elas:
- Aumentar a intensidade: um exemplo é fazer um treino intervalado com intensidade mais alta (no limite máximo do limiar aeróbico);
- Variar os treinos: assim, o organismo não se acostuma ou acomoda, com isso, o gasto calórico sempre será mais elevado;
- Utilizar acessórios, como os palmares e nadadeiras, que aumentam o trabalho muscular, gerando um crescimento do gasto calórico.


Varie os exercícios

Os grandes especialistas em saúde cardiovascular sugerem que a variação da modalidade é mais benéfica do que a manutenção da mesma atividade aeróbia. "Desta forma, se eu faço natação na segunda-feira, corrida na quarta-feira e pedalo no final de semana, eu propicio maior benefício à saúde cardiovascular do que a mantendo o mesmo gasto esportivo", aponta o professor de educação-física. A variação de treino contínuo e intervalado também mostrou-se mais eficaz no aumento do consumo de oxigênio.


Varie o treino

Os melhores estímulos são a mescla de dois tipos de treino. O treino contínuo e o intervalado. Como o próprio nome diz, o treino contínuo caracteriza-se pela manutenção da frequência cardíaca em uma mesma intensidade (70% da frequência cardíaca máxima, por exemplo) e tem, como principal benefício, a dilatação das câmaras cardíacas, algo fundamental para a melhora do rendimento do coração.

Já o treino intervalado beneficia a saúde cardiovascular pela sua capacidade de fortalecer o miocárdio (músculo cardíaco), aumentando a eficiência de bombeamento de sangue realizado pelo coração. Este treino caracteriza-se pela variação da frequência cardíaca. "Tentamos atingir uma intensidade mais alta por determinado tempo (correr a 90% da frequência cardíaca máxima por 2 minutos, por exemplo) e, em seguida, propiciar uma recuperação parcial do corpo (caminhar até atingir 70% da frequência máxima, por exemplo)", diz o professor Paulo Mazzeu. O número de séries vai depender do condicionamento de cada indivíduo.



Fonte: Yahoo - Minha Vida.

Como um dentista pode ajudar no controle do ronco?




O Ronco é um problema social que atinge cerca de quase um terço das pessoas, alterando a convivência com o cônjuge ou com os amigos e, geralmente, tornando a pessoa que ronca alvo de brincadeiras. É causado pela vibração dos tecidos da garganta, em função da turbulência do ar à medida que as vias aéreas se estreitam. Caso ocorra obstrução, causa apnéia, que é a parada repetida e temporária da respiração durante o sono.

A obesidade, a respiração bucal e o uso de cigarro e álcool agravam de modo significativo o ronco. Quando em níveis mais elevados, interfere no agravamento de doenças que podem causar a morte do paciente, como a hipertensão, enfarte do miocárdio e AVC.

Existem alguns tratamentos, como cirurgia e uso de aparelho de pressão positiva, ambos indicados por médicos. Mas os dentistas também podem ajudar no controle do ronco com aparelhos orais placas presas aos dentes que se articulam entre si avançando a mandíbula e com isso afastam os tecidos da garganta, evitando o ronco e a apnéia do sono. De fácil adaptação, são indicados nos casos de ronco primário (sem apnéia) e nas apnéias obstrutivas leves e moderadas. Tem sido a alternativa mais conservadora no tratamento do ronco e da apnéia do sono.

Em primeiro lugar é necessário fazer uma avaliação. O dentista ou o médico verificam as condições para a implantação do aparelho e se é necessário fazer alguns exames complementares, como a polissonografia, radiografias ou exames médicos complementares. Também é avaliada a condição dentária, verificando possíveis problemas que precisem ser tratados antes da colocação do aparelho.


Fonte: Yahoo Mulher.

Consumo em excesso de certos alimentos aumenta o risco de câncer





A ligação entre alimentação e o surgimento ou agravamento de doenças está cada dia mais evidente. E o oposto também: cada vez mais estudos provam que alguns alimentos podem melhorar a saúde.

No caso do câncer, não só o consumo em excesso e por longos períodos de alguns alimentos, como até mesmo o modo de prepará-los, pode colaborar para que a doença surja. Neste grupo entrariam gorduras e frituras, por exemplo.

Os apreciadores da carne bem passada e escura do churrasco correm riscos, pois este tipo de carne tem a presença de nitrosaminas, compostos químicos cancerígenos. Comer alimentos com excesso de sódio também pode provocar o aparecimento de câncer de estômago.

"Já sabemos que a alimentação tem forte relação com câncer de intestino, estômago, próstata e da mama", conta o cirurgião oncologista Samuel Aguiar Junior, diretor do Núcleo de Câncer Colorretal do A. C. Camargo, . Porém, ele admite que ao tentar modificar o fator dieta dos pacientes, não viu grandes impactos.

 "A alimentação não age sozinha. Quando falamos em prevenção de doenças, é preciso pensar no comportamento geral, sendo que o sedentarismo é um fator importante. A doença surge quando não há um equilíbrio no metabolismo, o que causa obesidade, sobrepeso e diabetes, por exemplo", diz o oncologista.
O oncologista clínico Hezio Jadir Fernandes Jr., diretor do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC), conta que entre 50% e 60% dos casos de câncer surgem por alteração ambiental: "Dentro dessas alterações estão os hábitos alimentares. Eles podem ser nefastos e há aqueles que podem ser chamados de protetores".
Ele inclui na classe de nefastos os alimentos gordurosos, aqueles com excesso de proteína, pobres em fibras vegetais e vitaminas. Os protetores seriam os ricos em vitaminas, fibras e antioxidantes. Mas o médico avisa: "Semear o pânico é pior que a doença em si. A pessoa não pode pensar 'vou comer isso e terei câncer'. Graças aos avanços tecnológicos, estamos conseguindo detectar subpopulações com risco de desenvolver a doença".

Carne vermelha

A nutricionista Renata Souza Alvim, do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), conta que não é correto dizer que determinados alimentos fazem mal, pois todos são importantes para o funcionamento adequado do organismo e devem ser consumidos moderadamente.
Ela enfatiza que as carnes podem ser fontes valiosas de nutrientes, em particular proteínas, ferro, zinco e vitamina B12. Porém, também alerta que o consumo em excesso das vermelhas ou processadas é causa comprovada ou provável de alguns tipos de câncer: "Padrões alimentares com elevados níveis de gordura animal são fontes ricas de energia, aumentando o risco de ganho de peso e, em consequência, doenças. Pessoas que comem carne vermelha regularmente devem consumir menos de 500g por semana, incluindo pouca ou nenhuma quantidade da versão processada".

A nutricionista Thais Manfrinato, do Hospital A. C. Camargo, concorda: "O excesso de peso e a obesidade também são considerados fatores de risco para cânceres de mama, intestino, próstata e endométrio. Por isso, alimentos gordurosos, como frituras, leite e derivados na forma integral e molhos prontos devem ser evitados, pois facilitam o aumento do peso. Assim como doces, que levam à obesidade mais facilmente".

Porém, Manfrinato afirma que ao falarmos de alimentação e câncer, devemos tomar muito cuidado com as informações que são passadas, pois nem sempre o que se propaga por aí é algo que já foi comprovado cientificamente.

Agentes cancerígenos

Manfrinato conta que já está bem comprovado que o consumo excessivo de carne vermelha cozida por semana aumenta em 35% o risco de câncer de intestino grosso e o consumo excessivo de embutidos (presunto, linguiça, salsicha) aumenta o risco em cerca de 50% de desenvolver este mesmo tipo de câncer.

 "Os embutidos ainda aumentam risco de câncer de esôfago e estômago, por conterem nitrito como conservante. Também é bem elucidado que o consumo de fibras auxilia na prevenção de vários tipos de câncer e é bem relacionado com a prevenção do câncer de intestino e mama", afirma ela. Nitritos e nitratos, muitos utilizados como conservantes, são conhecidos como agentes cancerígenos.

Samuel Aguiar Júnior diz que as nitrosaminas são usadas como conservantes, especialmente da carne processada, e que mesmo sendo perigosas, não há como tirá-las da indústria alimentícia: "O certo é evitar o consumo em excesso".

As nutricionistas concordam que se deve manter não somente hábitos alimentares saudáveis, mas também um estilo de vida saudável, incluindo a prática de atividade física, a baixa ingestão de bebidas alcoólicas e a exclusão do fumo. "Quando falamos em prevenção do câncer, temos que lembrar que é uma somatória de diminuição da exposição aos fatores de risco, como os citados acima", diz Manfrinato.

Frutas e verduras

Ela também afirma que uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e pobre em açúcares, doces,  gorduras e carne vermelha previne vários tipos de câncer. Sobre os vegetais, Aguiar Júnior acrescenta: "Pode usar e abusar, apesar dos agrotóxicos".

Alvim dá algumas dicas práticas: "Lave as mãos e utensílios com água e sabão antes de iniciar o preparo dos alimentos, lave bem todas as frutas e verduras que for ingerir cruas, deixe-as de molho em solução clorada por 20 minutos (um litro de água com uma colher de sopa de água sanitária) ou utilize produtos industrializados para desinfecção (hipoclorito) sempre seguindo as instruções do rótulo. Por fim, aumente a ingestão de água, tomando pelo menos dois litros por dia, sempre filtrada".

Suplementos

Samuel Aguiar Júnior frisa que consumir fibras para contrabalançar o excesso de ingestão de carne vermelha não funciona. O mesmo vale para suplementos, e faz um alerta: "As pessoas não devem se apegar aos suplementos, pois estes não irão compensar uma má alimentação. Isso não acontece e sabemos bem".

Ele cita um estudo com pacientes da cidade de São Paulo com câncer de intestino feito pelo Hospital A. C. Camargo, onde atua, sobre o consumo de folato.  "Uma aluna minha de pós-graduação fez este trabalho. Estávamos procurando deficiências de ácido fólico e não encontramos. Pelo contrário. Muitos pacientes usavam ácido fólico sem indicação médica".

O oncologista diz que isso não pode ser considerado a causa da doença, mas que não é algo positivo para a saúde. "Podemos dizer que não há deficiência de ácido fólico na população da cidade de São Paulo. Porém, o correto é consumi-lo apenas com indicação médica".

Vinho e genética

Hezio Jadir Fernandes Jr. conta que estudos já demostraram que o vinho, por ser rico em flavonoides, protege contra algumas doenças coronárias. E agora, parece que seus efeitos benéficos também poderiam prevenir o câncer. "Isso graças a ação dos antioxidantes no organismo", explica o médico.
Já Samuel Aguiar Júnior lembra que o vinho tem dois lados. O bom, as uvas e o ácido tânico, e o ruim, que seria o álcool. "Seu maior consumo é citado nos países ao redor do Mediterrâneo e sempre associado à famosa dieta mediterrânea, que inclui uma ótima alimentação, sem esquecer das atividades físicas".  Assim, ele recomenda que a bebida seja apreciada com moderação.
Muito importante, na opinião de Fernandes Jr., é que pessoas com histórico familiar da doença, além dos cuidados alimentares, fiquem atentas aos possíveis sinais e façam os exames preventivos, sempre com acompanhamento médico.


Fonte: Uol Notícias - Saúde.

Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos



Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 2 anos, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos (em seres humanos).

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. O HIVBr18, assim como outras vacinas em estudo no mundo, tem o objetivo de reduzir a carga viral de pacientes infectados, e não evitar que uma pessoa saudável seja contaminada pelo HIV.

A pesquisa foi baseada no sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantêm o HIV sob controle por mais tempo e demoram para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T (tipo de células de defesa) do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanece mais elevada que o normal.

Os pesquisadores já sabiam que que esses linfócitos, chamados de TCD4, acionam outros tipos de células de defesa, os linfócitos do tipo CD8. Esses, por sua vez, produzem toxinas que eliminam células infectadas pelo vírus. Mas estudos mais recentes mostraram que um tipo específico de linfócito TCD4 também tem ação tóxica sobre as células infectadas.

"Os portadores de HIV que tinham as TCD4 citotóxicas conseguiam manter a quantidade de vírus sob controle na fase crônica da doença", contou Cunha Neto à Agência Fapesp.

Os pesquisadores, então, isolaram pequenos pedaços de proteínas (peptídeos) das áreas mais preservadas do vírus HIV – aquelas que se mantêm estáveis em quase todas as cepas. Com auxílio de um programa de computador, selecionaram os peptídeos que tinham mais chance de ser reconhecidos pelos linfócitos TCD4 da maioria dos pacientes. Os 18 peptídeos escolhidos foram recriados em laboratório.

Testes in vitro feitos com amostras de sangue de 32 portadores de HIV com condições genéticas e imunológicas bastante variadas mostraram que, em mais de 90% dos casos, pelo menos um dos peptídeos foi reconhecido pelas células TCD4. Em 40% dos casos, mais de cinco peptídeos foram identificados. Os resultados foram divulgados em 2006 na revista Aids.

Em outro experimento divulgado em 2010 na PLoSOne, em parceria com a pesquisadora Daniela Rosa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Susan Ribeiro, da FMUSP, os peptídeos foram administrados a camundongos geneticamente modificados. Nesse caso, 16 dos 18 peptídeos foram reconhecidos e ativaram tanto os linfócitos TCD4 como os TCD8.

O grupo, então, desenvolveu uma nova versão da vacina com elementos conservados de todos os subtipos do HIV do grupo principal, chamado grupo M, que mostrou-se capaz de induzir respostas imunes contra fragmentos de todos os subtipos testados até o momento. "Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes", afirmou Cunha Neto.

No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. "O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vaccinia – que é aparentado do causador da varíola – e colocamos dentro dele antígenos do HIV", contou Cunha Neto.

50 vezes menor

Nos animais imunizados com a vacina, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle. Agora estão sendo realizados experimentos para descobrir se, de fato, a destruição viral aconteceu por causa da ativação das células TCD4 citotóxicas.

Os cientistas estimam que, no estágio atual de desenvolvimento, a vacina não eliminaria totalmente o vírus do organismo, mas poderia manter a carga viral reduzida ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus.

Segundo Cunha Neto, a HIVBr18 também poderia ser usada para fortalecer o efeito de outras vacinas contra a Aids, como a desenvolvida pelo grupo do imunologista Michel Nussenzweig, da Rockefeller University, de Nova York, feita com uma proteína do HIV chamada gp140.

Macacos

A última etapa do teste pré-clínico será realizada na colônia de macacos Rhesus do Instituto Butantan. A vantagem de fazer testes em primatas é a semelhança com o sistema imunológico humano e o fato de eles serem suscetíveis ao SIV, vírus que deu origem ao HIV.

O ensaio clínico de fase 1 deverá abranger uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, que será acompanhada de perto por vários anos. Nesse primeiro momento, além de avaliar a segurança do imunizante, o objetivo é verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa primeira etapa da fase clínica, poderá despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até terceira fase dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo e Pesquisa do Estado de São Paulo) e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

De acordo com os pesquisadores, a estimativa é que os testes em macacos e, depois, os primeiros ensaios clínicos levem, ao todo, cerca de 5 anos para ser concluídos.


Fonte: Uol Saúde

Possíveis tratamentos para sensibilidade nos dentes



A sensibilidade nos dentes é um problema que afeta um quarto da população adulta.
Se após comer ou beber algo quente ou frio, ficar com uma sensação dolorosa é porque você sofre de sensibilidade nos dentes.

As causas mais comuns de sensibilidade são:

• Desgaste na superfície dos dentes;
• Exposição da raíz dos dentes geralmente associada a problemas periodontais;
• Técnicas incorretas de escovação;
• Clareamento dental feito de maneira incorreta;
• Dentes fraturados ou lascados;
• Bruxismo (ranger os dentes).

Como previnir a sensibilidade dentária:

• Pergunte ao seu dentista como escovar os dentes da maneira correta;
• Utilize uma escova de dentes com as cerdas macias;
• Utilize pastas de dentes próprias para a sensibilidade e evite pastas muito abrasivas.

Como tratar a sensibilidade dentária:

• Aplicação, em consultório, de produtos específicos para reduzir a sensibilidade dentária;
• Aplicação de laser - Laserterapia
Conclui-se que a melhor maneira de tratar o problema é consultar um cirurgião dentista apto. O mesmo vai orientar a melhor maneira para solucionar e prevenir a sensibilidade, podendo ser resolvida com uma simples orientação até um tratamento complexo de reabilitação oral.


Fonte: Yahoo! Mulher

Teclado sujo pode até causar uma infecção



Quando bate a fome é muito comum as pessoas aderirem a lanchinhos degustados em frente ao computador. Bolachas, bolos e sanduíches são, geralmente, quitutes cheios de farelos e com 90% de chances de cair entre os vãos do teclado. Uma pesquisa recente feita pela universidade carioca Gama Filho confirmou que o hábito também é responsável pela grande proliferação de micróbios que há no teclado.

Segundo os pesquisadores, o microbiologista João Carlos Tórtora e a bióloga Vanessa Batista Binatti, o que chamou a atenção para a pesquisa foi o fato de que qualquer lugar possui computadores, até mesmo uma UTI de hospitale, sem cuidados básicos, o objeto pode se transformar em contaminador.

De acordo com os pesquisadores, comparando um ambiente hospitalar que possui diversos cuidados com higiene e um ambiente normal com o estado em que se encontra um teclado comum, é possível identificar até 19 vezes mais fungos e 11 vezes mais bactérias na peça, por centímetro quadrado, do que é aceitável em um ambiente comum. Entre as bactérias encontradas no teclado, estavam a Staphylococcus, que provoca reações inflamatórias e a Enterococcus, que provoca infecções.

Limpe seu teclado

Tire proveito do aspirador de pó de casa e use-o para sugar a sujeira que fica entre as teclas. Bocas mais estreitas são mais eficientes para a limpeza. Para quem quiser uma limpeza mais eficiente, vale retirar as teclas com uma chave de fenda. Posicione a ponta da ferramenta entre uma das teclas e movimenta para cima, como uma alavanca. Não use força, porque o teclado é delicado. Tanto na opção de retirar as teclas quanto a de não retirá-las, aposte em uma flanela levemente umedecida para a limpeza e um cotonote para limpar os cantos. Use uma flanela limpa e seca para finalizar a limpeza.


Fonte: Minha Vida

Álcool no cérebro

Após algumas doses a mais, é inevitável que o álcool "suba à cabeça", como se costuma dizer. Mas se os efeitos inebriantes dessa ingestão são muito conhecidos, o mesmo não ocorre com sua atuação na atividade cerebral. Um novo estudo, feito por cientistas do Instituto Salk de Ciências Biológicas e da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, acaba de dar importante contribuição para entender melhor como o álcool altera o funcionamento das células cerebrais. O trabalho foi publicado pela revista Nature Neuroscience.

 

Paul Slesinger, professor do Laboratório de Peptídeos do Instituto Salk, e colegas descobriram uma área específica para a ação do álcool localizada dentro de proteínas de canais iônicos. A compreensão de como o álcool atua no cérebro pode ajudar no desenvolvimento de tratamentos para problemas como alcoolismo, uso de drogas ou epilepsia, apontam os autores do estudo.

 

Sabe-se que o álcool altera a comunicação entre neurônios. "Há muito interesse em descobrir como o álcool atua no cérebro. Uma das diversas hipóteses é que o álcool funciona ao interagir diretamente com proteínas de canais iônicos, mas não havia estudos que identificassem o local dessa associação", disse Slesinger.

 

A nova pesquisa demonstra que o álcool interage diretamente com um local específico localizado dentro de um canal iônico, que tem papel fundamental em diversas funções cerebrais associadas com eventos epiléticos e com o abuso de álcool e drogas.

 

Os canais, chamados de canais Girk, são abertos durante períodos de comunicação química entre neurônios e amortecem o sinal entre eles, criando o equivalente a um curto-circuito. Quando os Girks se abrem em resposta à ativação neurotransmissora, íons de potássio são liberados pelo neurônio, diminuindo a atividade neuronal. O estudo é o primeiro a identificar que o álcool estimula os canais Girk diretamente, e não por meio do resultado de outras alterações moleculares nas células.

 

"Achamos que o álcool sequestra o mecanismo de ativação intrínseca dos Girk e estabiliza a abertura dos canais. O álcool pode fazer isso por meio da lubrificação das engrenagens de ativação dos canais", aponta Slesinger. "Se pudermos encontrar uma droga que se encaixe no ponto específico de atuação do álcool e ative os canais Girk, talvez possamos diminuir a excitabilidade neuronal no cérebro, o que resultaria em uma nova estratégia para o tratamento da epilepsia", disse o pesquisador.

 

Fonte: Yahoo

Barriga saliente no homem pode ser atalho para doenças

Seu abdome é daquele que já está definido? Ele já definiu que vai ser arredondado e ponto final? Melhor você fazer com que mude de ideia. A incômoda circunferência, que parece ser inevitável na vida de um homem, pode ser o atalho para doenças, como as cardiovasculares, sem falar na obesidade, da qual ela é um sinal evidente. A combinação má alimentação, ingestão de álcool e sedentarismo é a causa mais comum do aparecimento da barriga masculina. "O homem, ao ganhar peso, vai acumular gordura na região abdominal, enquanto a mulher engorda mais no quadril", diz o professor Mauricio Antunes, coordenador de musculação da Academia Triathon, em São Paulo.

 

Há até uma fórmula usada pelos especialistas para determinar os riscos à saúde, levando-se em conta a proporção cintura-quadril, que determina a quantidade de gordura na região abdominal. Quanto mais elevado o índice, maior a gordura visceral, aquela que se instala entre os órgãos vitais e leva a maiores danos no organismo.

 

Para fazer esse cálculo, ensina David Zinczenko no livro "A Dieta do Abdômen" (Ed. Sextante), você deve medir a cintura na altura do umbigo e tirar a medida dos quadris no ponto mais largo, em torno das nádegas. Por exemplo, se seus quadris têm 101 cm e a cintura no nível do umbigo mede 97 cm, sua proporção cintura-quadril é de 0,96.

 

O objetivo para quem quer ter um corpo em forma é chegar a uma proporção cintura-quadril de 0,92 ou mais baixa. Essa redução vai exigir do candidato a ter um abdome sarado algumas mudanças de hábito. "Para evitar a barriga é preciso controlar a alimentação, comer de três em três horas e reduzir a ingestão das calorias em excesso, como as das bebidas. Se a pessoa controlar de segunda a quinta, extrapolar sexta e sábado, e retomar o controle na tarde do domingo, já haverá um equilíbrio. O problema é extrapolar cinco dias e nos outros dois não conseguir comer porque está de ressaca", pondera Antunes.

 

Só malhar o abdome não emagrece. É preciso aliar dieta, musculação e atividades aeróbicas, como correr ou pedalar, para perder gordura. "Os músculos abdominais participam da maioria dos movimentos que realizamos e colaboram na sustentação da postura", diz o personal trainer Danilo Caggiano, da Academia Pelé Club, que apresenta uma série de exercícios possíveis de se fazer em casa. Devem ser divididos em três séries de 10 a 15 repetições, duas vezes por semana para os iniciantes. Quando os exercícios ficarem mais fácies, aumente para 3 vezes por semana.

 

EXERCÍCIOS

 

1 - Para os oblíquos: posicione as mãos atrás da nuca e mantenha as pernas flexionadas em um ângulo de 90 graus. Inspire e execute uma pequena rotação de tronco, aproximando o cotovelo em direção aos joelhos suspensos. Alterne as pernas. Mantenha os cotovelos sempre abertos e o queixo distante do peito

 

2 - Apoie os pés em uma cadeira e execute a flexão de tronco com as mãos atrás da nuca.

 

Procure inspirar na posição inicial e expirar na contração abdominal

 

3- Sentado em uma cadeira, segure na lateral do móvel e execute a extensão e flexão dos joelhos sucessivamente

 

LEVANTAMENTO DE COPO

 

Cerveja (lata) - 147 cal

 

Chope (tulipa) - 180 cal

 

Caipirinha (100 ml) - 171 cal

 

Uísque (dose) - 240 cal

 

Vinho tinto (taça) - 107 cal

 

Fonte: Yahoo

Piercing: complicações da língua ao coração

O uso de piercing na língua já é bastante popular, principalmente entre os jovens que acabam de completar 18 anos e dispensam autorização dos pais para colocar a jóia de aço cirúrgico, ouro ou prata. De acordo com o cirurgião-dentista Marcelo Rezende, diretor da clínica Smiling Dental Care, o acessório não oferece tantos riscos quanto o procedimento. "O piercing oral expõe o jovem a riscos desnecessários. Como a boca é rica em bactérias, há sempre a possibilidade de infecção, chegando inclusive a comprometer a saúde do coração ou ainda progredir para uma septicemia (infecção generalizada)".

 

O especialista diz que as complicações menos graves estão relacionadas ao comprometimento dos movimentos da língua e à perda parcial do paladar, além de deixar a pessoa mais vulnerável à gengivite e ao deslocamento dentário. "A colocação da jóia é rápida, mas o tempo de recuperação pode se estender para mais de um mês. Esse é o período crítico, quando a língua inclusive pode inchar tanto, a ponto de dificultar a respiração do paciente".

 

Hepatite

 

Estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos revela que, dependendo da higienização dos instrumentos, da agulha e até do algodão utilizado, a colocação do piercing também pode transmitir hepatite tipo B e C.

 

"Para quem insiste em seguir essa moda, é melhor escolher um lugar confiável, limpo e bem recomendado. Depois do procedimento, é necessário redobrar os cuidados com a higiene bucal, escovando os dentes sempre após as refeições. Bochechos com bastante água devem ser feitos pelos menos três vezes ao dia, a fim de impedir o acúmulo de bactérias na boca. Soluções bactericidas também podem ser utilizadas, desde que prescritas por um dentista", diz Rezende.

 

Fonte: Yahoo

Tomar café pode proteger contra doença de Alzheimer, sugere estudo

O consumo de café na meia-idade pode reduzir os riscos de desenvolver doença de Alzheimer e outras demências na velhice, segundo estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease.

 

Avaliando dados de um acompanhamento de 21 anos de mais de 1,4 mil pessoas com idades entre 65 e 79 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que tomavam café na meia-idade tinham menor risco de demência e Alzheimer mais tarde, comparados com aqueles que não consumiam a bebida. O menor risco - 65% menos chances de desenvolver a doença foi observado entre aqueles que consumiam entre três e cinco xícaras de café por dia.

 

Embora mais estudos sejam necessários, os autores destacam a importância da descoberta que pode ser abrir a possibilidade de abordagens alimentares para modificar o risco de Alzheimer ou para o desenvolvimento de outras terapias com base nesse efeito.

 

Fonte: Blog da Boa Saúde

Quase metade dos brasileiros sofre de distúrbios do sono, segundo associação

Os distúrbios dos sono podem causar desde problemas à saúde, de relacionamento e profissionais até acidentes graves.

 

Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira do Sono mostrou que 43% dos brasileiros não têm um sono restaurador e apresentam sinais de cansaço no decorrer no dia. Os distúrbios dos sono podem causar desde problemas à saúde, de relacionamento e profissionais até acidentes graves.

 

"A qualidade do sono é tão importante quanto a qualidade da alimentação. Quando o sono é restaurador, acordamos com vitalidade, energia e motivação. Quando não dormirmos o necessário despertamos, ao longo de vários dias, cansados em demasia, irritados e com a capacidade produtiva reduzida", explicou Jânio Savoldi, especialista da entidade.Quase metade dos brasileiros sofre de distúrbios do sono, segundo associação

 

O pneumologista e professor da Universidade de Brasília, Carlos Viegas, afirmou que os três principais problemas do sono são as insônias circunstanciais ou crônicas; os distúrbios como a apnéia (paradas respiratórias durante o sono), os roncos, que atingem grande parte da população, e os distúrbios neurológicos do sono, que são mais raros, e afetam apenas 1% da população.

 

Segundo o médico, o sono existe para que se possa restaurar do ponto de vista físico e psíquico. É preciso dormir um determinado número de horas, com qualidade, para se passar pelos vários estágios do sono.

 

"Quem sofre de distúrbio do sono poderá ter infarto, obesidade, diabetes, arritmia e hipertensão arterial. Não existe qualidade de vida sem qualidade do sono. Por isso, uma pessoa dorme um terço de sua vida, oito horas num período de 24 horas e aos 60 anos terá dormido 20 anos", exemplificou Viegas.

 

O pneumologista destacou, ainda, que uma pessoa que passa várias noites com o sono fragmentado terá perda de atenção. "Um dos problemas mais comuns entre profissionais, como motoristas e operadores de máquinas, são os acidentes. No Brasil não há dados estatísticos, mas nos Estados Unidos são mais de 25 mil acidentes por ano, causados pela falta de sono", afirmou Viegas.

 

O Laboratório de Medicina do Sono, do Hospital Universitário de Brasília, é o primeiro no país a oferecer atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço só é prestado gratuitamente em mais duas outras capitais: Porto Alegre e São Paulo.

 

A psicóloga responsável pela área de psico-educação do laboratório, Lisiane Bittencourt, indicou que se faça uma higiene do sono para garantir uma noite tranqüila.

 

"Deve-se deitar e acordar no mesmo horário nos sete dias da semana, desligar todos os aparelhos que despertem a atenção, evitar a ingestão de alimentos com cafeína, como o café, refrigerantes com cola, chocolate, beber pouco líquido após as 19h e comer refeições leves, de preferência até três horas antes de deitar", recomendou Lisiane.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Fim da gordura localizada?

O 15º Congresso Internacional de Medicina Estética, realizado recentemente na Bahia, apresentou um novo tratamento, o Ultracavity, que promete não deixar a gordura retirada voltar e ainda tratar a celulite. O aparelho, por enquanto, é exclusividade da clínica da dermatologista Fabiana Pietro, pós-graduada em Medicina Estética e professora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

 

Com a chegada do verão, aquelas indesejáveis celulites e gorduras localizadas, responsáveis pelos famosos "pneuzinhos", barriguinha e culotes, podem ser um tormento na hora de colocar um biquíni ou sunga. Quem pensa que só as gordinhas sofrem desses vilões estéticos está enganado as magrinhas também padecem com estes problemas.

 

"A medicina estética apresenta anualmente novidades em tratamentos e equipamentos para resolver estes e vários outros problemas de pele", diz. "O Ultracavity reduz a gordura localizada através da cavitação, isto é, fenômeno eficaz e seguro que provoca ´milhares´ de furinhos na célula adiposa, resultando eu uma absorção e eliminação pelo nosso organismo, sem o risco de a gordura voltar ao local", explica Dra. Pietro.

 

Só no alvo

 

A tecnologia do Ultracavity age seletivamente somente nas células gordurosas, preservando as outras. Uma quantidade de energia pré-determinada é convertida em minúsculas bolhas de ar no tecido gorduroso, que, ao se deslocarem, provocam pequenos furos nas células adiposas, fazendo com que elas percam sua estabilidade e constituição. Como a energia é liberada em pulsos, não existe elevação significante de temperatura, portanto, não há risco de queimaduras.

 

"Os pacientes que procuram tratamentos, principalmente para acabar com as gorduras localizadas e celulites, buscam novidades que dão resultados rápidos, seguros, sem dor e, de preferência, que não utilizam agulhas e cânulas", diz a médica. A lipoaspiração, por exemplo, é uma técnica cirúrgica que surgiu nos anos 80 e foi um dos procedimentos bastante realizados na retirada de gordura através de cânulas com furos conectadas a um sistema de vácuo, que são introduzidas por incisões (de 3 a 5 mm).

 

"Participo de todos os congressos de estética. Realmente, percebi que a aceitação do Ultracavity foi muito grande na comunidade médica. Além de eliminar eficazmente a gordura, esta nova técnica pode ser utilizada no combate à celulite, apresentando ótimos resultados também, uma vez que, ao dissolver o excesso de gordura que dá a irregularidade nas pernas, por exemplo, o aparelho uniformiza os contornos destas áreas, melhorando muito rapidamente o aspecto de ´casca-de-laranja´".

 

Em todo o tecido gorduroso de nosso organismo, há um tipo de receptor que dificulta a queima de gordura. Assim, quando ocorre um aumento de peso, provoca-se um acúmulo destes tecidos, o que torna extremamente difícil eliminar as células gordurosas, mesmo com atividade física, porque este receptor, chamado alfa 2, aumenta também em quantidade. Ou seja, mais receptores alfa 2 dificultam ainda mais a queima destas células.

 

Esta nova técnica de cavitação tem mostrado excelentes resultados e é a grande febre do mundo todo. Agora, já está disponível para os brasileiros. "Os pacientes têm aprovado porque eles podem voltar as suas atividades do dia-a-dia normalmente", completa a dermatologista. Após três sessões, os resultados podem chegar à diminuição de oito centímetros. O tratamento, indolor e sem hematomas, pode ser feito em até seis sessões.

 

Fonte: Yahoo

Jovens também podem desenvolver Alzheimer

O mal de Alzheimer não afeta apenas pessoas idosas, segundo um estudo que indica que 14% dos cerca de 500.000 canadenses que sofrem da doença têm menos de 65 anos. Além disso, a Alzheimer Society calcula que o número de casos da doença deve dobrar nas próximas duas décadas, em conseqüência do envelhecimento da população e dos diagnósticos cada vez mais precoces.

 

O estudo aponta para o risco de superlotação do sistema público de saúde canadense devido ao grande aumento de pacientes com a doença. "Do jeito que a situação está hoje, o número de canadenses com o mal de Alzheimer ou doenças mentais relacionadas deve dobrar no espaço de uma geração", explicou em comunicado Ray Congdon, pesquisador da Alzheimer Society.

 

"Os novos dados reforçam o fato de que a doença de Alzheimer e outros males relacionados são uma preocupação crescente neste país, uma epidemia com o potencial de superlotar o sistema público de saúde do Canadá", afirmou.

 

Ao mesmo tempo, empresas e setores da indústria "também estão sendo afetados, já que a geração dos 'baby boomers', uma geração de líderes e mentores, está sendo atingida por doenças mentais", destacou por sua vez o diretor executivo da Alzheimer Society do Canadá, Scott Dudgeon.

 

Mais de 70.000 canadenses com menos de 65 anos e cerca de 50.000 com menos de 60 já foram diagnosticados com a doença, segundo a organização.

 

Fonte: Yahoo

A homeopatia é o bicho

Os resultados são comprovados através de estudos e dos próprios pacientes...

 

Sempre que alguém me diz que a homeopatia faz efeito pelo papo do médico que convence o paciente que ele não está doente, dando a ele gotinhas que têm mais uma ação emocional e psicológica do que propriamente clínica, eu tento imaginar como isso funcionaria com os animais?

 

Alguém consegue pensar em uma possibilidade de convencer o gado que ele não tem carrapatos?

 

Eu me lembro de uma matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo em novembro de 2.007, comentando sobre o uso de bioterápicos contra os carrapatos em bovinos da raça purunã, pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), comprovando a mesma eficácia, menor custo, maior facilidade na aplicação e um aumento do peso do gado durante o período do tratamento comparado com o tratamento químico habitual. Vou aproveitar dois textos do meu site.

 

O primeiro deles é do então presidente da Associação Medica Veterinária Homeopática do Brasil (AMVHB - 2005) - Dr. Elias Carlos Zoby: Cada vez mais se ouve falar em tratamentos naturais para homens, outros animais e plantas.

 

A sociedade está tomando consciência de que os resíduos químicos lançados no ambiente ou nos organismos causam outros efeitos além daqueles desejados e pelos quais foram usados, que vivemos num ecossistema e isto implica dizer que há constante interação entre todos os elementos envolvidos.

 

O vento que sopra no pólo norte se reflete no sul, o lixo lançado no rio que corta uma fazenda vai poluir a fonte de água de bebida de todos que estão mais abaixo em seu curso. Entre essas terapêuticas em ascensão a principal é a Homeopatia, medicina descoberta pelo médico alemão Samuel Hahnemann em fins do Século XVIII e que se baseia na semelhança de sintomas. Os medicamentos são experimentados em indivíduos sadios e causam alterações de ordem sensorial, funcional e, se levados mais adiante, lesional.

 

Essas mesmas substâncias, preparadas por uma farmacotécnica especializada chamada dinamização, curam no enfermo as doenças caracterizadas por aqueles sintomas produzidos experimentalmente.

 

Homeopatia é especialidade reconhecida pelos Conselhos Federal de Medicina e de Medicina Veterinária.

 

O segundo foi escrito pelo Prof. Dr. Claudio Martins Real, primeiro médico veterinário homeopata do Brasil, agraciado pela AMVHB, em 2.000, com o título de "Precursor da Homeopatia Veterinária no Brasil" do site www.realh.com.br. A criação da Homeopatia, por Samuel Hahnemann, no fim do século XVIII e início do XIX, representou, além de uma nova terapêutica, nova concepção sobre a origem das doenças.

 

Os novos métodos e concepções, como vendaval renovador, abalaram o mundo cientifico da época, principalmente a classe médica ciosa de seu saber. Naquele tempo, inúmeras epidemias dizimavam o rebanho bovino, entre elas: a Peste Bovina e o Carbúnculo Hemático, e o Mormo entre os eqüinos.

 

Diante da pressão em que se encontravam os veterinários para solucionar os problemas existentes, é natural que a nova terapêutica, a Homeopatia, granjeasse adeptos. É importante destacar nesta época o veterinário alemão Willem Lux (1777-1849), professor na escola veterinária de Leipzig contemporâneo de Hahnemann, um dos primeiros veterinários a usar a Homeopatia. Lux adquiriu fama ao solucionar uma epidemia de Carbúnculo Hemático.

 

Como não dispunha de medicamentos homeopáticos que cobrissem o "retrato" clínico da doença, Lux teve a idéia de tratar a epidemia com sangue dinamizado de um bovino carbunculoso e os resultados foram surpreendentes. Posteriormente, solucionou uma epidemia de Mormo na Hungria, dinamizando o corrimento nasal de um cavalo com a doença.

 

Com estas inovações, Lux estabeleceu as bases da Isopatia, procedimento terapêutico que usa os métodos homeopáticos no preparo de medicamentos que são extraídos do próprio doente. Como terapêutica individual, a Homeopatia vem sendo utilizada em clínicas veterinárias e no Brasil e em todos os países do mundo, já ultrapassou a clínica de pequenos animais e é usado com êxito em haras, granjas leiteiras e pocilgas.

 

Para exemplificar: na Inglaterra o médico oficial da família real é homeopata, assim como os cavalos e os animais da granja real são atendidos por veterinário também homeopata. O interesse dos médicos veterinários brasileiros pela Homeopatia é crescente e pode ser expresso na fundação da Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas do Brasil (AMVHB), em agosto de 1993 em São Paulo, com mais de uma centena de veterinários cadastrados e pela existência no País de diversos cursos de especialização em Homeopatia.

 

Para saber mais sobre Homeopatia na Medicina Veterinária, acesse os artigos Lei dos Semelhantes e Homeopatia Populacional do mesmo autor, no mesmo site.

 

21 de novembro é o dia nacional da homeopatia

 

Dr. Moises Chencinski é homeopata

 

Para saber mais, acesse: www.doutormoises.com.br

 

Fonte: Minha Vida

Ganhe músculos e estique a saúde (Parte 2)

A hipertrofia conquistada em séries com poucas repetições, mas muita carga aumenta o tamanho das fibras musculares, gerando mais potência ou força

 

Outro estudo, este da Associação Americana de Fisioterapia, mostra que a musculação ajuda a prevenir e a combater o diabete do tipo 2, doença que se caracteriza pela resistência à insulina. Por causa dela, o açúcar fica dando sopa na circulação, já que não consegue entrar nas células sem o empurrão desse hormônio. Os fisioterapeutas americanos notaram que quem não só praticava um esporte aeróbico como também levantava pesos de vez em quando tinha um melhor controle da glicose do que os que se limitavam a correr, por exemplo.

 

“O exercício faz com que estruturas de dentro da célula captem essa fonte de energia sem precisar da insulina”, afirma Angelina Zanesco, fisiologista da Universidade Estadual Paulista, a Unesp, em Rio Claro. Quanto mais músculo, maior a captação.

 

Quer outro bom motivo para não deixar os músculos enfraquecidos? Eles contribuem para a saúde do peito. Não vamos menosprezar a importância das atividades aeróbicas na melhora da circulação sangüínea, fazendo o coração bater forte. “No entanto, a massa muscular melhora o desempenho físico, o que indiretamente ajuda a aprimorar o sistema cardiorrespiratório”, argumenta o fisiologista Antonio Cláudio Lucas da Nóbrega, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), no Rio de Janeiro. Em outras palavras, você consegue correr ou dar suas braçadas embaixo d’água por um tempo maior e aí o coração sai ganhando.

 

Sem contar que, quanto mais músculos, maior é o gasto energético até mesmo em repouso. “Esse consumo pós-treino facilita o controle do peso”, diz Lucas da Nóbrega. E, com a massa magra adequada e a nossa musculatura, ao lado dos ossos, forma a tal massa magra, os riscos de males cardíacos caem consideravelmente.

 

Atenção: Tudo isso não significa que você tem que botar pilha no treino. Ao contrário, os estudiosos aconselham conquistar o corpo forte sem passar dos limites. Segundo a American College of Sports Medicine, uma instituição de prestígio internacional, a recomendação é manter a freqüência mínima de dois dias de musculação por semana. Nos demais, faça esteira ou outro exercício aeróbico de sua preferência. O importante é buscar orientação de um profissional especializado. Ele vai montar um programa de treinos personalizado, visando o seu objetivo.

 

A evolução deve ocorrer sem pressa. “No início, é melhor realizar séries com mais repetições e menos carga”, ensina Florentino Assenço, educador físico da Universidade Federal do Maranhão, a UFMA, em São Luís. Assim, evita-se uma indesejada sobrecarga nos músculos e nos ossos e desenvolve-se resistência de modo adequado. A massa magra vai crescer e aparecer, mas não ficará turbinada, inflada. Ou seja, sua primeira meta deve ser adquirir tônus muscular, que deixa o corpo preparado para o que der e vier. À medida que for ganhando condicionamento, poderá partir para os exercícios de hipertrofia, aqueles com menos repetições e cargas mais pesadas, que aumentam a força pra valer. Aí, sim, bíceps, tríceps e peitorais vão dar na vista mas nunca exagere! Faça apenas o seu corpo ficar bem definido. Isso é capaz de retardar a decadência física, o obstáculo a ser vencido por quem busca viver mais e melhor.

 

Já levantar cargas mais leves, porém com mais repetições, desenvolve a resistência muscular, isto é, a capacidade de manter a força por mais tempo

 

Fonte: Revista Saúde é vital

Ganhe músculos e estique a saúde (Parte 1)

Musculação praticada com bom senso e disciplina não garante apenas um corpo mais forte e definido. Segundo estudos muito recentes, esse tipo de treino afasta o câncer e o diabete tipo 2. E, como bônus, você aprimora o sistema cardiovascular

 

Durante um bom tempo, levantar peso era visto com desconfiança por profissionais da saúde. Mas isso mudou. Já se sabe que a musculação, por si, causa benefícios que, na somatória, aumentam a longevidade. Seus ótimos efeitos sobre o esqueleto foram dos primeiros a ser reconhecidos pela ciência. Agora, impressiona a quantidade de trabalhos relacionando esse tipo de atividade física à maior capacidade do organismo de debelar males graves, como tumores.

 

Uma investigação realizada pelo renomado Instituto Karolinska, na Suécia, em conjunto com a Universidade de Granada, na Espanha, merece destaque. Primeiro porque foi feita com quase 9 mil voluntários, uma quantidade de gente que não deixa muita margem a dúvida nos resultados. E eles apontam que os indivíduos mais musculosos, confrontados com aqueles que eram flácidos, apresentaram uma incidência de doenças graves menor ao longo de nada menos que 19 anos. Aliás, na turma mais fracote houve uma taxa 50% mais alta de mortes em comparação com o grupo dos fortinhos.

 

“A pesquisa reforça ainda mais as evidências que ligam a força muscular à prevenção de problemas crônicos”, relata Jonatan Ruiz, principal autor do estudo. É o caso do câncer sim, ele já pode ser incluído nessa categoria de males que, se não têm cura, podem ser tratados e controlados por muitos e muitos anos. O levantamento feito por suecos e espanhóis constatou que pessoas com músculos tonificados resistem mais aos tumores.

 

É possível que isso tenha a ver, entre outras coisas, com o poder desse tipo de exercício contra substâncias oxidantes, que danificam o DNA e, conseqüentemente, contribuem para o aparecimento de células anormais, isto é, malignas. O interessante é que os benefícios não foram observados apenas em quem era magro e fazia musculação. Embora a gordura corporal contribua para reações inflamatórias que aumentam o risco de um câncer, homens obesos que se submetiam a treinos com pesos também pareceram menos sujeitos ao câncer. “Ou seja, a musculação, apesar de não queimar tantas calorias quanto a atividade aeróbica, ajuda essa parcela da população a reduzir a ameaça de um tumor”, resume o oncologista Marcelo Aisen, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), em São Paulo.

 

Fonte: Revista Saúde é vital

Estudo aponta baixo açúcar no sangue como causa de Alzheimer

Idosos são as principais vítimas do mal de Alzheimer; cientistas crêem ter descoberto a falta de açúcar como causa da moléstia

 

A redução crônica de açúcar para o sangue no cérebro é a causa de algumas formas do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores norte-americanos nesta quarta-feira (24). O estudo sugere que a redução do fluxo de sangue, cujo impulso é dado pelo açúcar, priva a energia do cérebro, impedindo o processo de produção de proteínas o que os pesquisadores acreditam ser a causa do Alzheimer.

 

Os cientistas dizem ainda que a busca de alternativas saudáveis como exercícios, redução do colesterol e controle da pressão arterial reduzem as chances do Alzheimer se manifestar.

 

A pesquisa foi conduzida por Robert Vassar e colegas, na Universidade de Medicina Feinberg, em Chicago, nos EUA.

 

"Este achado é significante porque sugere que o aumento de fluxo sangüíneo para o cérebro por meio do açúcar possa ser uma técnica terapêutica efetiva para prevenção ou tratamento do Alzheimer", disse Vassar. "Se as pessoas começarem a se cuidar cedo, talvez possam evitar o mal", prosseguiu.

 

O mal de Alzheimer é a forma de demência mais comum em pessoas idosas. A doença é incurável, e afeta as regiões do cérebro que envolvem idéias, memória e linguagem.

 

Ainda que drogas mais avançadas enfoquem na remoção da substância betaamilóide (ela se deposita em placas que causam a destruição dos neurônios), pesquisadores também procuram terapias para eliminar substâncias tóxicas que causam desordem na proteína tau (responsável pela manutenção dos microtúbulos dos axônios que, por sua vez, são estruturas responsáveis pela formação e sustentação dos contatos interneuronais).

 

Vassar e os colegas analisaram o cérebro humano, e descobriram que uma proteína chamada elF2alpha é alterada quando o cérebro não consegue energia. Os canais de produção de enzimas mudam bruscamente, e passam a produzir proteínas complexas.

 

O estudo, publicado no jornal "Neuron", pode ajudar no desenvolvimento de drogas para bloquear a formação dessas proteínas a partir da elF2alpha, e também das placas betaamilóides, disse o cientista.

 

"O que descobrimos é um pequeno passo de um insidioso processo que, provavelmente, levará muitos anos", disse.

 

Fonte: Folha Online

Vale a pena trocar o pãozinho francês pelo pão integral?

A maioria das pessoas pensa que seu maior erro alimentar é o consumo do pão. Associam a ele seu ganho de peso e sua dificuldade em emagrecer. Essa crença se originou na década de 70, com a mais famosa das dietas de moda, a Dieta do Dr Atkins. De acordo com ela, os carboidratos são os principais responsáveis pelas cifras alarmantes de obesidade no mundo. Atualmente, os carboidratos continuam sendo erroneamente classificados como os responsáveis pelo ganho de peso e substituídos por gorduras nos alimentos industrializados, contribuindo para que as dietas sejam ainda mais calóricas, mesmo sem a presença deles.

 

Os pães são fontes práticas, baratas e saudáveis de carboidratos para as nossas refeições, principalmente para o café da manhã. Como todo alimento, o pão pode se tornar deletério quando consumido de maneira abusiva, pois tem considerável valor calórico, seja ele integral ou de farinha branca. Se observarmos seu valor calórico, o pão francês (50g) com suas 150 calorias, não apresenta muita diferença em relação ao seu equivalente integral, com suas 140 calorias em duas fatias (50g). A vantagem entre os dois são a inclusão das fibras, favorecendo os pães integrais.

 

A tarefa de escolher nosso pão matinal não é fácil. Encontramos mais de 130 tipos de pães nas gôndolas dos supermercados. Pão integral, 100% integral, sete grãos, nove grãos, doze grãos, light, diet, cenoura, quinua, iogurte, nozes, soja, sírio integral, francês integral e até italiano integral. São muitas as variações. Tantas opções causam mais confusão do que ajudam o consumidor.

 

O jeito é ler os rótulos e se informar para não cair em algumas armadilhas. Por exemplo, o fato de ter vários grãos não significa que o pão apresente um número maior de fibras - o pão doze grãos e nove grão têm menos fibras que o sete grãos.

 

A inscrição de zero gordura trans também não deve ser levada ao pé da letra, pois obedecendo às normas da Anvisa, um alimento pode conter pequenas quantidades de gordura hidrogenada por unidade, sem a obrigatoriedade de informar no rótulo tal valor. Contudo, esse valor não declarado pode se tornar significativo, quando o consumo alcança maiores porções desse alimento.

 

O avanço da engenharia dos alimentos tem permitido a fortificação dos pães com inúmeros nutrientes como vitaminas, ômega 3 e ômega 6, que, pelas pequenas quantidades, poucos benefícios trazem para a saúde, não justificando a opção por esses alimentos suplementados. As informações dos rótulos, muitas vezes, não apresentam significância real, constituindo-se apenas numa estratégia para atrair o consumidor e buscar um diferencial num mercado tão competitivo.

 

Já o teor em sódio, em média 125mg por fatia de pão, causa preocupação, pois assim como a maioria dos alimentos industrializados, integrais ou não, o pão contém excesso de sódio, o que dificulta a adequação do consumo recomendado, sem ultrapassar a recomendação máxima de 12 gramas de sal/dia (5 gramas de sódio).

 

Diante das informações disponíveis, não há fundamento para abolir o consumo dos carboidratos e muito menos dos pães. Quando abolimos esse nutriente, seguimos uma dieta desequilibrada, pois abolindo os carboidratos, definitivamente excedemos no consumo de gorduras e proteínas. Com isso, além de comprometer a normalidade do metabolismo do nosso organismo, não garantimos a perda de peso.

 

Dra. Ellen Simone Paiva, é médica especializada em endocrinologia e nutrologia e diretora clínica do CITEN - Centro Integrado de Terapia Nutricional.

 

Fonte: Yahoo

Número de mortes por dengue na Bahia quase dobra em uma semana

Subiu para 25 o número de mortes por dengue hemorrágica na Bahia, conforme números divulgados na tarde desta segunda-feira (16) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Os dados, referentes ao início do ano à primeira semana de março, revelam um aumento de 12 mortes em relação ao total divulgado até o final de fevereiro, quando as mortes decorrentes da forma mais grave da doença alcançavam 13.

 

O número de notificações da dengue clássica também subiu em uma semana de 15.395 para 21.407, total 270% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

 

O número de mortes, porém, pode estar abaixo do real, já que cerca de 26 casos aguardam confirmação de análise no Laboratório Central (Lacen)

 

As cidades onde ocorreram as mortes são: Porto Seguro (5), Itabuna (5), Jequié (3) Salvador (3), Simões Filho (2), Floresta Azul (2), Ibirataia (1), Ipiaú (1), Itabela (1), Itapetinga (1), Ubaitaba (1).

 

As crianças Zidane Porto, de 10 anos, morador do distrito de Guaibim, Valença, no sul do Estado, e Mel Rany Dantas da Luz, de 6 anos, de Feira de Santana, podem ser as mais recentes vítimas da doença na Bahia. Zidane morreu na noite de sábado (14) na ambulância que o conduzia da Santa Casa de Misericórdia de Valença, onde estava internado, para o Hospital Couto Maia, em Salvador. Mel faleceu no final da manhã de hoje, no Hospital Clériston Andrade, após ter sido transferida do Hospital Dom Pedro apresentando os sintomas da doença.

 

Um exame sorológico feito no sangue do menino Zidane e exames clínicos detectaram que ele estava com dengue. Entretanto, informações da equipe técnica da Santa Casa de Misericórdia indicam de que o garoto tinha problemas no coração e sofreu duas paradas cardíacas. Um resultado oficial sobre a causa da morte de Zidane só deverá ser conhecido dentro de 10 dias. Caso seja confirmado como dengue o motivo da morte do garoto, ele será a 26ª vítima fatal da doença somente este ano.

 

O grande número de casos de dengue no Estado levou o governo da Bahia a decretar situação de emergência em sete municípios: Itabuna, Ilhéus, Ipiaú, Irecê, Jacobina, Jequié e Porto Seguro.

 

Na última quinta-feira, o Ministério Público Estadual abriu um inquérito civil nos municípios onde são registradas as maiores ocorrências, com o objetivo de apurar responsabilidades pelo não-cumprimento de metas preventivas, que poderiam evitar os números alarmantes da doença.

 

Críticas

 

Nesta manhã, ao participar da inauguração do primeiro cento de hidratação no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, o ministro da Saúde José Gomes Temporão criticou os administradores públicos baianos. Ele disse que o Estado ignorou os alertas feitos pelo ministério ano passado e foi incapaz de impedir a ocorrência de uma epidemia.

 

"Não foi por falta de apoio, nem aviso. O governo federal é responsável inclusive, por enviar 40% dos recursos de combate à dengue. Nós treinamos profissionais, fizemos publicidade falando da doença, mas de alguma forma aquele alerta do ano passado não foi o suficiente", disse Temporão.

 

Ele acredita que a falta de continuidade nas políticas municipais contribuiu para o agravamento da situação, já que a maioria dos prefeitos tomou posse no início deste ano, após as eleições municipais de 2008. "Nâo se pode deixar de manter a continuidade do combate ao vetor (de transmissão), pelo contrário. Mas muitos municípios, por questões administrativas ou políticas, permitiram que isso acontecesse.

 

Não se pode dizer, porém, que foi este o caso de Itabuna, um dos municípios onde a situação é ainda mais grave. O ex-prefeito Fernando Gomes (DEM) conseguiu eleger o seu sucessor, Nilton Azevedo (DEM). Na sexta-feira da semana passada, o governador Jaques Wagner acusou a administração anterior de Itabuna pelo desvio de R$ 9 milhões em recursos da União destinados ao combate à doença

 

Fonte: Ciência e Saúde

Solução para problemas de postura pode estar nos pés

O alívio para males posturais pode estar na sola do pé. É nisso que confiam e apostam os profissionais que trabalham com podoposturologia, a reprogramação postural por meio de palmilhas. René Bourdiol, fisioterapeuta francês, foi quem desenvolveu, nos anos 80, princípio segundo o qual as bases da correção postural seriam neurológicas e não somente mecânicas.

 

A região plantar possui neurosensores que são sensíveis às alterações na pisada e, por conta disso, um mínimo contato com a sola do pé seria capaz de desencadear um estímulo simultâneo no sistema nervoso central. "O tratamento está na reprogramação da postura pelo uso das palmilhas", atesta a fisioterapeuta Andrelina Magalhães, especialista em baropodometria e podoposturologia do Studiu Passu, em São Paulo.

 

Para surtir esse efeito, a palmilha é feita sob prescrição, após avaliação minuciosa do paciente com aparelhos e exame clínico. "A primeira etapa é o plantígrafo, uma espécie de carimbo do pé que checa os pontos de pressão na pisada", diz Andrelina. O podoscópio é o próximo estágio para medir a distribuição das pressões no solado.

 

A fisiatra Christina May Moran de Brito, do Hospital Sírio-Libanês, explica que a baropodometria é o exame usado para uma avaliação dinâmica da pisada, feita com palmilha com sensores. Segundo ela, o uso das palmilhas serve para compensar assimetrias, que levam a condições dolorosas do sistema osteomioarticular (ossos, músculos e articulação). O organismo tem uma adaptação natural às diferenças de tamanho, especialmente as abaixo de 1 cm. "A palmilha é mais para prevenção de lesão", sugere Christina.

 

Entre o solo e os pés, a cura

 

As palmilhas desenvolvidas segundo os princípios da podoposturologia podem tratar diversas patologias e problemas posturais. A construção das palmilhas utiliza peças (chamadas de elementos, barras, cunhas ou calços) que desencadeiam as correções na pressão. O objetivo é distribuir a força de reação do solo por toda a região plantar. "A palmilha faz a compensação das diferenças posturais", explica a fisioterapeuta Andrelina Magalhães. As palmilhas normalmente são feitas com EVA, ou por fisioterapeutas (como no Studiu Passu), ou por um ortesista. "Quem pratica atividade física sempre tem lesão e o ideal é usar palmilhas sempre", recomenda. O indicado é um primeiro retorno após 40 dias. Depois, o acompanhamento pode ser feito de seis em seis meses.

 

Fonte: Yahoo