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Cuidados com a asma

Pode-se dizer que não existe asma sem alergia e sem desconforto intenso das emoções. Para a alergia, infelizmente, a medicina até hoje ainda não tem cura. Os tratamentos com antialérgicos são eficientes apenas durante o período em que são ministrados. No entanto, se por alguma razão, o tratamento é interrompido, os sintomas alérgicos voltam a se manifestar com a mesma intensidade anterior.

 

A medicina não está muito longe de curar a alergia. Isto ocorrerá, talvez, daqui uns 40 anos, tempo considerado para se mexer no DNA, onde se instala o código genético. Com o desenvolvimento das pesquisas no campo da genética espera-se, nesse espaço de tempo, poder modificá-lo e dele retirar os genes produtores da alergia, herdados pelo individuo portador deste mal.

 

A saída, nos dias de hoje, encontra-se, portanto na esfera emocional. Para entendê-la, ficará mais fácil se compreendermos o funcionamento da mente. Sabemos que o homem tem as mesmas características instintivas do animal. Este mesmo instinto é constituído de dois movimentos que acontecem quase que ao mesmo tempo. Um é um desconforto que surge, como por exemplo, a fome. Ela é produzida no estômago, através da secreção de enzimas e de ácido clorídrico.

 

Isto nos leva ao outro movimento do instinto, que é uma busca inconsciente para se aliviar do incômodo anteriormente descrito e se traduz pelo desejo de se colocar algo na boca e engolir para satisfazer esta necessidade instintiva que vai aumentando com a demora. A mente não possui uma capacidade ilimitada de suportar mal-estar. Quando o mesmo atinge um determinado grau e não é resolvido, ela, através de um mecanismo que denominamos somatização, transfere-o para algum órgão do nosso corpo, onde este conflito passa a atuar, sem que o indivíduo no qual isto se verifica, tenha consciência de sua presença. Assim, somando-se a alergia ao sofrimento emocional teremos como conseqüência a asma.

 

Como podemos mexer na esfera emocional de modo a atenuar ou mesmo resolver este componente da asma? Existem, dentre muitas, três formas mais eficazes: A prescrição de medicamentos denominados ansiolíticos que minimizam este efeito. A indicação de exercícios físicos regulares que aumentam a capacidade da mente de suportar conflitos através da secreção de uma substância denominada endorfina. A indicação de psicoterapia, na qual o paciente através da interação com seu terapeuta irá se conscientizar de seus conflitos transferidos para o organismo, e por meio deste processo, terá maior facilidade de suportá-lo em nível mental, sem precisar novamente transferi-lo para o corpo.

 

Na infância, quando geralmente se manifestam os primeiros sintomas da asma, já se pode perceber que o conflito emocional envolvido é a carência afetiva natural da criança não correspondida pela mãe, que por alguma dificuldade e às vezes da própria criança, tem como resultado uma situação desconfortável não resolvida. A conscientização desta situação pela mãe, através da ação do médico neste sentido, é, portanto, a melhor solução possível para esta patologia. A ação de atenuação da carência afetiva da criança nesta fase é a de maior eficácia para se evitar as complicações nas fases subseqüentes.

 

Dr. Mario Rossetti é pneumologista e diretor clinico do CEMES Centro Médico Socorro

 

Para saber mais, acesse: www.cemescentromedico.com.br

 

Fonte: Portal Minha Vida

Corrigidos os principais deslizes de quem treina em academia

Seu prédio tem academia interna? Ou você tem a disciplina necessária para se exercitar só em casa? Mesmo quem treina em academia, especialmente sem supervisão, está sujeito a cometer uma serie de erros que podem comprometer os resultados e ainda acarretar uma série de lesões. O professor de educação física e personal trainer Thiago Gonçalves e o médico e especialista em Medicina Desportiva Cláudio Zanelatto, montaram juntos uma guia que corrige os principais deslizes de quem resolveu encarar a ginástica.

 

Na prática geral de exercícios

 

1) Não variar os treinos Ao realizar sempre os mesmos exercícios, seu corpo não se sente mais desafiado. Assim, o nível de condicionamento mantém-se fixo e você fica sujeito a lesões por esforço repetitivo. Varie seus treinos e acrescente caminhadas na rua ou no parque, uma pedalada de vez em quando ou um jogo de vôlei no sítio. Assim, o nível de esforço varia e seu corpo precisa mostrar resultados.

 

2) Pular o alongamento As pessoas praticam seus exercícios cardiovasculares e atividades de força diariamente, mas esquecem o alongamento muscular. Exercícios de alongamento são importantes para o relaxamento, previnem lesões e mantêm a postura adequada. Alongue-se SEMPRE antes e depois do treino.

 

3) Usar as roupas erradas Primeiro, esqueça aquele mito de que é preciso se encher de blusas e calças plásticas para suar e perder peso. Desse jeito você só perde água, e não gordura. Use roupas adequadas para a prática de exercícios físicos, com tecidos que respiram, sejam leves e adaptem-se ao seu corpo.

 

4) Utilizar os pesos de maneira inadequada Não importa quanto peso você consegue levantar, e sim como você o faz. O maior erro cometido pelas pessoas nos exercícios musculares de repetição é fazer as séries rápido demais, sem controlar o movimento nem a respiração, normalmente indo mais rápido na hora de abaixar o peso. O certo é fazer as repetições de forma lenta e usar a seguinte proporção: 1 segundo para levantar e 3 segundos para abaixar o peso.

 

5) Overtraining Se você acha que, em termos de exercícios quanto mais melhor, pense duas vezes. Treinar em ritmo intenso demais pode levar a distensões, lesões de esforço como fraturas por estresse e até à perda de tecido magro, ou seja, os músculos.

 

6) Treinar de forma inconstante Você treina forte por uma semana e depois fica outra sem se mexer? Péssima idéia. Alterações freqüentes no ritmo dos treinos diminuem os benefícios de qualquer programa de exercícios, aumentando bastante o risco de lesões. Defina uma rotina realista, que você consiga cumprir toda semana.

 

7) Ignorar as mensagens do seu corpo Ás vezes a vontade de entrar em forma é tanta que ignoramos sintomas como tonturas, dores musculares fortes e mal-estar. Apesar de um pouco de dor nos músculos ser normal, o exagero só leva a lesões, que vão forçar intervalos de semanas ou até meses. Se sentir algum destes sintomas, diminua o ritmo e procure orientação médica.

 

8) Se exercitar em jejum ou com o estômago cheio

 

Para começar, treinar em jejum aumenta o risco de uma hipoglicemia e não ajuda nada a emagrecer, ao contrário, faz com que o corpo queime massa magra em vez de gorduras. Já se exercitar de estômago cheio pode levar a enjôo, náuseas e mal-estar, além de atrapalhar bastante tanto a digestão quanto a prática dos exercícios. Espere pelo menos 2h depois de comer uma refeição completa para começar o treino.

 

No uso de equipamentos de musculação e prática de exercícios

 

1) Costas a postura correta quando for fazer o Pulley é manter a coluna reta, olhe para frente e não para baixo ou para cima. Mantenha a cabeça no prolongamento da coluna. Na puxada para baixo os cotovelos devem estar embaixo da barra, e não para trás.

 

2) Braços quando for fazer o tríceps apoiada no banco não deixe a perna distendida. Mantenha-as flexionadas. Não abra os cotovelos atrás. Desça o tronco até os cotovelos atingirem a altura dos ombros. O quadril deve estar próximo do banco.

 

3) Peito ao fazer o supino, apóie os pés no banco evitando tirar as costas do mesmo. Não estenda completamente os braços na subida. Novamente a cabeça deve estar no prolongamento da coluna.

 

4) Abdômen na repetição de abdominais, mantenha os pés próximos ao quadril e as costas apoiadas no chão. Suba e desça contraindo a musculatura abdominal. Mantenha a cabeça no prolongamento da coluna, olhando para a frente na diagonal. Assim, você previne dores nas costas e no pescoço.

 

5) Spinning ajuste bem a altura do banco e o guidão. Seus joelhos nunca devem ultrapassar os seus pés na hora de pedalar.

 

Fonte: Minha Vida

Exames antes do casamento detectam possíveis complicações que podem comprometer a gravidez

Quando estamos prestes a nos casar, temos que cuidar de um monte de coisas e acabamos esquecendo de um importante detalhe: dos exames pré-nupciais. A maioria dos casais não se importam com isso acreditam que tudo vai está certo. Mas é sempre bom se preparar para o imprevisível. Afinal não custa confirmar.

 

E não importa se você já foi casado, o exame também determina a compatibilidade entre o casal. Assim, seja a união entre solteiros, um solteiro e um divorciado, ou entre dois divorciados, o casamento ainda atrai muita gente, o que aumenta a importância dos exames pré-nupciais.

 

De acordo com a médica Silvana Chedid, especialista em Medicina Reprodutiva, o ‘check up do amor’, como é carinhosamente chamada os exames laboratoriais a que se submetem os cônjuges, é de grande importância para detectar problemas relacionados à fertilidade do casal e às futuras gestações.

 

“É muito comum encontrar jovens que desconhecem totalmente as futuras implicações de suas condutas durante o namoro. Algumas, inclusive, podem comprometer seus planos de formar uma família”, diz a médica, alertando para a importância de meninas e meninos receberem acompanhamento médico desde a iniciação sexual.

 

A especialista acredita que muitos desses descuidos juvenis só vêm à tona depois do casamento, quando o casal começa a enfrentar dificuldades para ter o primeiro filho. “Entre as garotas, a doença que mais desencadeia infecção pélvica que em 75% dos casos não apresenta sintomas, exceto discreto corrimento. Já entre os meninos, a gonorréia é a doença que mais compromete a saúde reprodutiva, sendo a terceira principal causa de infertilidade masculina no Brasil”.

 

O número de casais que realizam os exames pré-nupciais ainda é muito baixo. “Infelizmente, a maioria dos casais ainda é pega de surpresa. Por isso, incentivamos tanto os casais a procurar um médico ginecologista e um urologista antes do casamento. Caso seja detectado qualquer problema, o casal será devidamente orientado sobre o assunto, de modo que o impacto causado por estresse e fatores emocionais será quase nulo quando chegar a época de recorrerem à reprodução assistida”, diz a especialista.

 

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que entre 10% e 15% dos casais têm dificuldades para engravidar. “Apesar de haver muitos fatores que contribuem para a infertilidade, como uso de drogas, fumo, poluição ambiental, obesidade e anorexia, se os jovens levassem mais a sério a necessidade de usar preservativos em toda relação sexual, os índices cairiam bastante. Afinal, as doenças inflamatórias pélvicas (DIP) são responsáveis por grande parte dos problemas para engravidar e podem ser reduzidas através de uma mudança de hábitos”, conclui Silvana.

 

Fonte: Portal iTodas