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Como um dentista pode ajudar no controle do ronco?




O Ronco é um problema social que atinge cerca de quase um terço das pessoas, alterando a convivência com o cônjuge ou com os amigos e, geralmente, tornando a pessoa que ronca alvo de brincadeiras. É causado pela vibração dos tecidos da garganta, em função da turbulência do ar à medida que as vias aéreas se estreitam. Caso ocorra obstrução, causa apnéia, que é a parada repetida e temporária da respiração durante o sono.

A obesidade, a respiração bucal e o uso de cigarro e álcool agravam de modo significativo o ronco. Quando em níveis mais elevados, interfere no agravamento de doenças que podem causar a morte do paciente, como a hipertensão, enfarte do miocárdio e AVC.

Existem alguns tratamentos, como cirurgia e uso de aparelho de pressão positiva, ambos indicados por médicos. Mas os dentistas também podem ajudar no controle do ronco com aparelhos orais placas presas aos dentes que se articulam entre si avançando a mandíbula e com isso afastam os tecidos da garganta, evitando o ronco e a apnéia do sono. De fácil adaptação, são indicados nos casos de ronco primário (sem apnéia) e nas apnéias obstrutivas leves e moderadas. Tem sido a alternativa mais conservadora no tratamento do ronco e da apnéia do sono.

Em primeiro lugar é necessário fazer uma avaliação. O dentista ou o médico verificam as condições para a implantação do aparelho e se é necessário fazer alguns exames complementares, como a polissonografia, radiografias ou exames médicos complementares. Também é avaliada a condição dentária, verificando possíveis problemas que precisem ser tratados antes da colocação do aparelho.


Fonte: Yahoo Mulher.

Fim da gordura localizada?

O 15º Congresso Internacional de Medicina Estética, realizado recentemente na Bahia, apresentou um novo tratamento, o Ultracavity, que promete não deixar a gordura retirada voltar e ainda tratar a celulite. O aparelho, por enquanto, é exclusividade da clínica da dermatologista Fabiana Pietro, pós-graduada em Medicina Estética e professora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

 

Com a chegada do verão, aquelas indesejáveis celulites e gorduras localizadas, responsáveis pelos famosos "pneuzinhos", barriguinha e culotes, podem ser um tormento na hora de colocar um biquíni ou sunga. Quem pensa que só as gordinhas sofrem desses vilões estéticos está enganado as magrinhas também padecem com estes problemas.

 

"A medicina estética apresenta anualmente novidades em tratamentos e equipamentos para resolver estes e vários outros problemas de pele", diz. "O Ultracavity reduz a gordura localizada através da cavitação, isto é, fenômeno eficaz e seguro que provoca ´milhares´ de furinhos na célula adiposa, resultando eu uma absorção e eliminação pelo nosso organismo, sem o risco de a gordura voltar ao local", explica Dra. Pietro.

 

Só no alvo

 

A tecnologia do Ultracavity age seletivamente somente nas células gordurosas, preservando as outras. Uma quantidade de energia pré-determinada é convertida em minúsculas bolhas de ar no tecido gorduroso, que, ao se deslocarem, provocam pequenos furos nas células adiposas, fazendo com que elas percam sua estabilidade e constituição. Como a energia é liberada em pulsos, não existe elevação significante de temperatura, portanto, não há risco de queimaduras.

 

"Os pacientes que procuram tratamentos, principalmente para acabar com as gorduras localizadas e celulites, buscam novidades que dão resultados rápidos, seguros, sem dor e, de preferência, que não utilizam agulhas e cânulas", diz a médica. A lipoaspiração, por exemplo, é uma técnica cirúrgica que surgiu nos anos 80 e foi um dos procedimentos bastante realizados na retirada de gordura através de cânulas com furos conectadas a um sistema de vácuo, que são introduzidas por incisões (de 3 a 5 mm).

 

"Participo de todos os congressos de estética. Realmente, percebi que a aceitação do Ultracavity foi muito grande na comunidade médica. Além de eliminar eficazmente a gordura, esta nova técnica pode ser utilizada no combate à celulite, apresentando ótimos resultados também, uma vez que, ao dissolver o excesso de gordura que dá a irregularidade nas pernas, por exemplo, o aparelho uniformiza os contornos destas áreas, melhorando muito rapidamente o aspecto de ´casca-de-laranja´".

 

Em todo o tecido gorduroso de nosso organismo, há um tipo de receptor que dificulta a queima de gordura. Assim, quando ocorre um aumento de peso, provoca-se um acúmulo destes tecidos, o que torna extremamente difícil eliminar as células gordurosas, mesmo com atividade física, porque este receptor, chamado alfa 2, aumenta também em quantidade. Ou seja, mais receptores alfa 2 dificultam ainda mais a queima destas células.

 

Esta nova técnica de cavitação tem mostrado excelentes resultados e é a grande febre do mundo todo. Agora, já está disponível para os brasileiros. "Os pacientes têm aprovado porque eles podem voltar as suas atividades do dia-a-dia normalmente", completa a dermatologista. Após três sessões, os resultados podem chegar à diminuição de oito centímetros. O tratamento, indolor e sem hematomas, pode ser feito em até seis sessões.

 

Fonte: Yahoo

A homeopatia é o bicho

Os resultados são comprovados através de estudos e dos próprios pacientes...

 

Sempre que alguém me diz que a homeopatia faz efeito pelo papo do médico que convence o paciente que ele não está doente, dando a ele gotinhas que têm mais uma ação emocional e psicológica do que propriamente clínica, eu tento imaginar como isso funcionaria com os animais?

 

Alguém consegue pensar em uma possibilidade de convencer o gado que ele não tem carrapatos?

 

Eu me lembro de uma matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo em novembro de 2.007, comentando sobre o uso de bioterápicos contra os carrapatos em bovinos da raça purunã, pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), comprovando a mesma eficácia, menor custo, maior facilidade na aplicação e um aumento do peso do gado durante o período do tratamento comparado com o tratamento químico habitual. Vou aproveitar dois textos do meu site.

 

O primeiro deles é do então presidente da Associação Medica Veterinária Homeopática do Brasil (AMVHB - 2005) - Dr. Elias Carlos Zoby: Cada vez mais se ouve falar em tratamentos naturais para homens, outros animais e plantas.

 

A sociedade está tomando consciência de que os resíduos químicos lançados no ambiente ou nos organismos causam outros efeitos além daqueles desejados e pelos quais foram usados, que vivemos num ecossistema e isto implica dizer que há constante interação entre todos os elementos envolvidos.

 

O vento que sopra no pólo norte se reflete no sul, o lixo lançado no rio que corta uma fazenda vai poluir a fonte de água de bebida de todos que estão mais abaixo em seu curso. Entre essas terapêuticas em ascensão a principal é a Homeopatia, medicina descoberta pelo médico alemão Samuel Hahnemann em fins do Século XVIII e que se baseia na semelhança de sintomas. Os medicamentos são experimentados em indivíduos sadios e causam alterações de ordem sensorial, funcional e, se levados mais adiante, lesional.

 

Essas mesmas substâncias, preparadas por uma farmacotécnica especializada chamada dinamização, curam no enfermo as doenças caracterizadas por aqueles sintomas produzidos experimentalmente.

 

Homeopatia é especialidade reconhecida pelos Conselhos Federal de Medicina e de Medicina Veterinária.

 

O segundo foi escrito pelo Prof. Dr. Claudio Martins Real, primeiro médico veterinário homeopata do Brasil, agraciado pela AMVHB, em 2.000, com o título de "Precursor da Homeopatia Veterinária no Brasil" do site www.realh.com.br. A criação da Homeopatia, por Samuel Hahnemann, no fim do século XVIII e início do XIX, representou, além de uma nova terapêutica, nova concepção sobre a origem das doenças.

 

Os novos métodos e concepções, como vendaval renovador, abalaram o mundo cientifico da época, principalmente a classe médica ciosa de seu saber. Naquele tempo, inúmeras epidemias dizimavam o rebanho bovino, entre elas: a Peste Bovina e o Carbúnculo Hemático, e o Mormo entre os eqüinos.

 

Diante da pressão em que se encontravam os veterinários para solucionar os problemas existentes, é natural que a nova terapêutica, a Homeopatia, granjeasse adeptos. É importante destacar nesta época o veterinário alemão Willem Lux (1777-1849), professor na escola veterinária de Leipzig contemporâneo de Hahnemann, um dos primeiros veterinários a usar a Homeopatia. Lux adquiriu fama ao solucionar uma epidemia de Carbúnculo Hemático.

 

Como não dispunha de medicamentos homeopáticos que cobrissem o "retrato" clínico da doença, Lux teve a idéia de tratar a epidemia com sangue dinamizado de um bovino carbunculoso e os resultados foram surpreendentes. Posteriormente, solucionou uma epidemia de Mormo na Hungria, dinamizando o corrimento nasal de um cavalo com a doença.

 

Com estas inovações, Lux estabeleceu as bases da Isopatia, procedimento terapêutico que usa os métodos homeopáticos no preparo de medicamentos que são extraídos do próprio doente. Como terapêutica individual, a Homeopatia vem sendo utilizada em clínicas veterinárias e no Brasil e em todos os países do mundo, já ultrapassou a clínica de pequenos animais e é usado com êxito em haras, granjas leiteiras e pocilgas.

 

Para exemplificar: na Inglaterra o médico oficial da família real é homeopata, assim como os cavalos e os animais da granja real são atendidos por veterinário também homeopata. O interesse dos médicos veterinários brasileiros pela Homeopatia é crescente e pode ser expresso na fundação da Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas do Brasil (AMVHB), em agosto de 1993 em São Paulo, com mais de uma centena de veterinários cadastrados e pela existência no País de diversos cursos de especialização em Homeopatia.

 

Para saber mais sobre Homeopatia na Medicina Veterinária, acesse os artigos Lei dos Semelhantes e Homeopatia Populacional do mesmo autor, no mesmo site.

 

21 de novembro é o dia nacional da homeopatia

 

Dr. Moises Chencinski é homeopata

 

Para saber mais, acesse: www.doutormoises.com.br

 

Fonte: Minha Vida

Alongamento alivia dor nas costas

A dor nas costas é uma das ocorrências mais "democráticas" do corpo humano, porque atinge de crianças a idosos. Entre os adultos, é a principal causa de afastamento do trabalho. Estudos epidemiológicos revelam que 80% das pessoas apresentam dor nas costas em alguma fase da vida. A técnica de alongamento vem sendo empregada tanto na prevenção, quanto no tratamento, trazendo importante alívio principalmente para os pacientes com internação hospitalar.

 

"Pessoas que permanecem internadas por um período prolongado, geralmente apresentam dor no corpo inteiro. Pode ocorrer, inclusive, um encurtamento muscular, com perda entre 10% e 15% de força muscular por semana", diz a fisioterapeuta Silvia Rezek, diretora da Unidade de Fisioterapia e Reabilitação (Unifir), serviço vinculado ao Hospital Santa Paula (SP).

 

RPG

 

Com exceção dos casos de dor aguda, quando o paciente é medicado com antiinflamatórios, a fisioterapia hospitalar tem empregado a RPG (Reeducação Postural Global) para proporcionar alívio e bem-estar aos pacientes. Vale lembrar que o fisioterapeuta é o único profissional habilitado a empregar a técnica que se baseia no alongamento estático.

 

Uma pesquisa realizada na Unifesp indica que a RPG reduz a dor nas costas mais rapidamente que os métodos convencionais. Mais de 70% dos pacientes tratados com reeducação postural apresentaram melhora rápida, contra apenas 40% das pessoas submetidas aos métodos normais.

 

"O alongamento estático exercita todos os grupos musculares. Durante sessões de uma hora, o paciente é orientado a exercitar três das oito posições geralmente trabalhadas em RPG", diz Silvia Rezek. "Além de reduzir tensões, diminui as dores nas costas, previne distensões musculares e ativa a circulação sangüínea", continua.

 

"Além da fisioterapia, outros tratamentos podem ser necessários para tratar a dor nas costas, que também pode ter componentes como depressão, alcoolismo, fumo e até mesmo estresse", alerta a fisioterapeuta.

 

Fonte: Yahoo

Cientistas transformam células dos testículos em células-tronco

Cientistas alemães e britânicos afirmam que células do testículo humano podem ser transformadas em células-tronco com características semelhantes às encontradas em embriões, podendo vir a ser usadas para produzir qualquer tipo de célula do corpo do homem.

 

A vantagem seria em oferecer tratamento personalizado para o paciente sem chances de rejeição e sem os dilemas éticos relativos à utilização de células de embriões. Na pesquisa, os cientistas do King's College, em Londres, extraíram, de 22 amostras retiradas de biópsias ou de castrações cirúrgicas, um tipo de célula-tronco adulta chamada "célula de esperma precursora", e a transformaram em célula de esperma.

 

Essa foi manipulada em laboratório para adquirir características de célula de embrião, capaz de produzir qualquer tipo de célula. Porém, mais estudos são necessários para avaliar se poderão ser utilizadas em humanos.

 

Fonte: Boa Saúde

 

Exercícios ajudam grávidas a parar de fumar, diz estudo

Uma pesquisa feita na Inglaterra descobriu que atividades físicas auxiliam gestantes a acabar com a dependência do cigarro.

 

Pesquisadores da Universidade de Londres realizaram dois estudos com 32 mulheres grávidas que fumavam regularmente. As gestantes foram voluntárias para uma intervenção combinando sessões de apoio, exercícios físicos, conselhos com uma profissional e atividades supervisionadas e a grupo.

 

O primeiro estudo teve seis sessões de tratamento semanais e o segundo estudo 15 sessões durante oito semanas e os níveis de atividade física e a abstinência ao fumo foram controlados até oito meses de gestação.

 

As mulheres eram estimuladas a praticar exercícios sozinhas. Além disso, nas conversas com profissionais, elas recebiam dicas de como se tornar mais ativa e parar de fumar definitivamente.

 

Mas, mesmo com conselhos que o cigarro prejudicava a saúde da mãe e do bebê, muitas mulheres ainda fumaram durante a gravidez. Alguns remédios ajudam a diminuir a dependência, mas muitos ainda não foram testados em gestantes (acredita-se que possa ter efeitos colaterais em relação ao comportamento).

 

Mas se você não gosta de praticar exercícios, apenas caminhar um pouco durante o dia, já é suficiente para melhor a ansiedade e acabar com o viíio do cigarro. Pesquisadores descobriram que as atividades físicas auxiliam um quarto das pessoas a pararem de fumar.

 

Durante oito meses de gravidez, 25% mulheres desistiram do cigarro permanentemente e 75% atingiram o nível de praticar quase duas horas de exercícios por semana.

 

Esse aumento de atividades foi mantido durante oito meses de gestação apenas no segundo estudo. As mulheres revelaram que a experiência foi muito satisfatória, pois a intervenção ajudou a manter um peso equilibrado, a parar de fumar e aumentou a confiança para conseguir superar o vicio.

 

Fonte: Portal iTodas

Identificado hormônio que pode ajudar no tratamento da obesidade

Cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard identificaram nos ratos um novo tipo de hormônio que pode ajudar no tratamento de dois transtornos relacionados com a obesidade: resistência à insulina e acumulação de gordura no fígado.

 

A pesquisa, que será publicada na próxima edição da revista "Cell", analisou centenas de lipídios presentes no sangue, no tecido adiposo, no músculo e no fígado dos ratos, e a lipoquina foi identificada em todos eles.

 

Este hormônio, produzido por lipídios, foi descoberto recentemente e ainda não se sabia de que molécula se tratava. Agora, a equipe comandada pelo professor Gökhan Hotamisligil conseguiu identificar que o hormônio - C16:1n7-palmitoleate - é fabricado pelas células adiposas e que viaja através da corrente sanguínea para o músculo e para o fígado.

 

Nestes tecidos, o hormônio ajuda a aumentar a sensibilidade à insulina (necessária para que a glicose no sangue entre nas células) e a bloquear a acumulação de gordura no fígado.

 

Além disso, o palmitoleato também detém a inflamação, um processo que, segundo estudos prévios realizados por Hotamisligil e outros colaboradores, seria um fator importante para o desenvolvimento de doenças metabólicas.

 

Para realizar estes experimentos, os cientistas utilizaram ratos transgênicos incapazes de depositar a gordura da comida. Isso explica o fato de que a gordura armazenada por estes animais no tecido adiposo era a mesma produzida por eles.

 

Os pesquisadores observaram que essa gordura intensificava o sinal do hormônio recebido pelo músculo e pelo fígado, melhorando a sensibilidade à insulina e à absorção de nutrientes.

 

Os ratos manipulados geneticamente tiveram melhores resultados seguramente devido aos efeitos benéficos do palmitoleato sobre o controle do metabolismo. Eles não desenvolveram diabetes nem doenças cardíacas e também não acumularam gordura no fígado, embora estivessem submetidos a uma dieta rica em gorduras.

 

Apesar dos resultados do estudo, eles estão longe de serem aplicados em seres humanos, pois ainda se deve comprovar se o efeito do palmitoleato é tão importante em nós como nos ratos.

 

A equipe do professor Hotamisligil acredita que, se for assim, o hormônio pode ser usado para tratar ou prevenir essas doenças.

 

Fonte: Ciência e Saúde

"Maus Hábitos" mostra o drama de quem sofre de anorexia

Elena é uma mulher magra, perfeccionista e frustrada por não conseguir convencer a filha rechonchuda a fazer dieta. "Ninguém gosta de gordos", diz à menina, sem saber que o marido está interessado mesmo é na aluna que esbanja curvas e come sem culpa. Outra personagem, Matilde, é uma freira que se recusa a comer por acreditar que o sacrifício é capaz de salvar a cidade de uma enchente. O filme "Maus Hábitos", que entrou em cartaz recentemente no Brasil, aborda com riqueza de detalhes a anorexia, doença que afeta principalmente mulheres e tem sido associada ao universo da moda.

 

Especialista em transtornos alimentares, o psiquiatra Alexandre Azevedo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas, da USP (Universidade de São Paulo), foi assistir ao filme por indicação de uma paciente, que identificou sua condição nas telas. "O filme é bastante realista na apresentação das crenças que um portador do transtorno apresenta; claro que com certo 'colorido', por se tratar de uma ficção", critica. Mas ele diz que não o recomendaria para qualquer um: "No caso de uma paciente ainda resistente ao tratamento, ela vai ouvir o discurso da personagem como sendo verdadeiro e, assim, reforçar as crenças que tem sobre a doença".

 

"Maus Hábitos" traz à tona a hipótese, que já foi tema de estudo, de que muitas das santas da Idade Média sofriam de anorexia. A crença era de que, quanto maior a força para manter um jejum auto-imposto, mais a fé seria acreditada e mais próxima de Deus estaria a religiosa. Alguns especialistas sugerem, inclusive, que a desnutrição seria a causa das alucinações visuais e auditivas narradas por essas mulheres.

 

Apesar do contexto ser diferente, as anoréxicas de hoje também estão presas a um tipo de crença: a de que ser magra é sinônimo de sucesso, como conta o médico ao Ciência e Saúde.

 

Ciência e Saúde: Elena, a mãe anoréxica de "Maus Hábitos", é extremamente perfeccionista. Essa também é uma característica de quem sofre do transtorno? Azevedo: É uma característica habitual. Os portadores de anorexia nervosa, particularmente do subtipo restritivo (com dietas rigorosas e intensa perda de peso) são comumente perfeccionistas. Trata-se, em geral, de excelentes alunos, educados, discretos e elogiados por todas essas condutas. Sem dúvida, o grande portador de transtorno alimentar no filme é o personagem da mãe. Suas crenças de que pessoas obesas são infelizes são induzidas à filha.

 

Ciência e Saúde: O colega gordinho da menina diz ter encontrado um jeito de emagrecer sem sofrer: mastigar, mastigar e depois cuspir. Portadores de anorexia costumam usar estratégias como essa? Azevedo: Sim. São considerados métodos inadequados de compensação. Os mais comuns são vômitos auto-induzidos, prática exagerada de exercícios, uso de laxantes e diuréticos e uso de substâncias que promovem perda de peso (como anorexígenos, cocaína, hormônio tireoideano e outros estimulantes). Mastigar e cuspir é uma das técnicas. Alguns chegam ao extremo de ingerir detergentes com a intenção de promover a diluição das gorduras, mas isso é menos freqüente.

 

Ciência e Saúde: A postura de reprovação de algum parente, a exemplo do que ocorre no filme, pode ser um deflagrador do transtorno? Azevedo: Os deflagradores costumam ser a pressão sobre a necessidade de perder peso e a crença, imposta ou não por outra pessoa, de que a magreza traz sucesso em qualquer área da vida. Assim, inicia-se uma dieta de restrição e o indivíduo ganha atenção e elogios sobre a sua capacidade em perder peso. Em um indivíduo geneticamente predisposto, esse pode ser o gatilho para o desejo de perder cada vez mais peso e desencadear a síndrome alimentar pela distorção de imagem corporal (este é o sintoma central nos transtornos alimentares: enxergar-se maior do que de fato é).

 

Ciência e Saúde: Na sua opinião, o filme pode ajudar pacientes e familiares a entenderem melhor a doença? Você o indicou ou indicaria? Azevedo: O filme só poderá ser indicado a pacientes que realmente já adquiriram crítica sobre a doença, ou seja, percebem-se doentes e desejam tratar-se e melhorar. No caso de uma paciente ainda resistente ao tratamento, ela vai ouvir o discurso da personagem como sendo verdadeiro e, assim, reforçar as crenças que tem sobre a doença. Nesse caso, filmes como esse podem até agravar os sintomas. No caso de pacientes adultas, que participam do tratamento e desejam melhorar, o filme pode ajudar a compreender a origem da doença e o quão vazia é a crença de que um corpo magro é garantia de sucesso. Além disso, ela pode se identificar com o sofrimento do personagem e isso lhe dará motivação para melhorar.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Evite os 5 erros mais comuns no uso de antibióticos

Os perigos estão na combinação com outros remédio e até na falha entre as doses

 

Nem todo mundo trata o assunto com a seriedade que ele merece. Ao contrário, tem gente que engole antibiótico como se fossem jujubas. Qualquer dor de cabeça basta para correr à farmácia e pedir uma caixa daquele remédio que alguém na família tomou, com sucesso. Um tiro no pé. Antibiótico precisa de prescrição médica rigorosa. Existem várias fórmulas para combater a mesma doença, e só médico sabe a mais adequada , afirma o infectologista Jorge Amarante, do Hospital Samaritano.

 

A seguir, o especialista aponta os erros mais comuns nesse tipo de tratamento, revela os perigos relacionados a cada um deles e indica como proceder em situações de surpresa, como o esquecimento de uma dose ou o aparecimento de alergias.

 

Parar o tratamento no meio

 

As infecções mais comuns (garganta, ouvido e pele) pedem de cinco a sete dias de tratamento, com doses a cada oito horas. O problema é que os resultados do remédio aparecem logo nas primeiras doses, e muita gente acha que já pode dispensá-lo. Um erro grave, porque a doença não é curada. Morrem apenas as bactérias menos resistentes, as mais fortes persistem e, pior, tornam-se imunes ao medicamento , afirma o infectologista do Hospital Samaritano.

 

Esquecer a hora de tomar o remédio

 

O intervalo entre as doses é calculado de acordo com a chamada meia-vida do remédio (tempo em que a concentração dele cai pela metade na corrente sangüínea). Uma dose ingerida antes da hora pode causar intoxicação ou, simplesmente, pode não ser absorvida pelo organismo , afirma o especialista. Já quando você se esquece de tomar o medicamento, pode sofrer com a volta dos sintomas. Converse com o seu médico sobre a melhor maneira de agir caso isso aconteça. Em alguns casos, é melhor tomar dois comprimidos de uma vez. Já, em outros, é melhor continuar o tratamento, incluindo a dose esquecida no final.

 

Tomar antibiótico sem prescrição

 

O erro é grave com qualquer medicamento. Mas, com os antibióticos, o perigo é dobrado. Há vários riscos envolvidos: alergia, intoxicação e, por fim, o não tratamento da doença. Doenças virais não são combatidas com antibióticos. Além disso, tomar os medicamentos à toa acaba afetando as bactérias naturais do nosso corpo e, muitas vezes, elas tornam-se nocivas e passam a causar doenças.

 

Combinar medicamentos

 

Sem orientação médica, não pense sequer em tomar analgésicos junto a um antibiótico. Na situação menos grave, você vai se contorcer com dores no estômago. E, nos piores casos, temos a chamada hepatite medicamentosa. O fígado é intoxicado com tanta medicação e precisamos suspender o tratamento, iniciando outro , afirma o médico.

 

Forrar o estômago

 

Cruzar a hora da medicação com as refeições é um problema. Isso porque, com a digestão, o organismo demora mais a absorver o remédio. O ideal mesmo é tomar o antibiótico duas horas antes de comer. E faça isso com água, não com leite. Alguns remédios são mais bem aproveitados na presença de leite, mas é melhor perguntar ao seu médico se este é o caso , recomenda o especialista.

 

Fonte: Portal Minha Vida

Nova droga contra câncer de próstata é 'maior avanço em 70 anos'

Cientistas britânicos afirmam ter testado com sucesso um novo medicamento que traz esperança para pacientes com câncer de próstata avançado.

 

A droga, conhecida como Abiraterone, está sendo considerada o maior avanço no tratamento da doença nos últimos 70 anos.

 

Segundo a equipe do Instituto de Pesquisas do Câncer, em Londres, até agora todos os tratamentos contra câncer de próstata se concentravam no bloqueio da produção da testosterona, hormônio sexual produzido nos testículos cuja ação alimenta o crescimento do câncer.

 

No entanto, os cientistas descobriram que outros hormônios, inclusive o produzido pelo próprio tumor, também contribuem para seu crescimento e disseminação.

 

O novo remédio age bloqueando vários hormônios sexuais produzidos por diferentes partes do corpo masculino.

 

Redução do tumor O estudo, divulgado na publicação científica Journal of Clinical Oncology, realizou experimentos com 21 pacientes de câncer de próstata avançado. Dois anos e meio mais tarde, os especialistas verificaram uma redução significativa do tumor e uma queda nos níveis de uma proteína maléfica produzida pelo câncer. Muitos voluntários relataram uma melhora significativa na qualidade de vida. Alguns deles puderam até suspender o consumo de morfina para aliviar a dor provocada pela propagação do câncer para os ossos.

 

Um dos pacientes envolvidos no tratamento, Richard Pflaum, contou à BBC ter sentido uma melhora significativa em sua qualidade de vida.

 

"Antes, minha mulher tinha de calçar as minhas meias e eu precisava de uma bengala para andar curtas distâncias", disse.

 

"Hoje eu ando sozinho, já comecei a me exercitar e me sinto quase como uma pessoa normal." Os especialistas acreditam que o novo tramento tem potencial de beneficiar até 80% dos pacientes com uma forma agressiva da doença atualmente resistente à quimioterapia.

 

Esperança O coordenador da pesquisa, Johann de Bono, espera que o Abiraterone esteja disponível no mercado em dois ou três anos na forma de comprimido.

 

Bono disse, no entanto, que os resultados devem ser comprovados com novos testes. Atualmente, outros 1,2 mil pacientes em várias partes do mundo estão sendo tratados com a droga, ele acrescentou.

 

"Acreditamos já ter dado um grande passo no avanço do tratamento de pacientes com câncer de próstata terminal", disse Bono.

 

"Esses homens carregam uma forma muito agressiva do câncer, excepcionalmente difícil de tratar e quase sempre fatal."

 

Fonte: Uol

Estudo alerta para os perigos de derrames silenciosos

Os derrames silenciosos, que ocorre quando pequenos vasos cerebrais se rompem ou são obstruídos por coágulos sem a pessoa se dar conta imediatamente, são mais comuns do se imagina.

 

Em estudo recente realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, 11% das pessoas que pensavam ser saudáveis apresentavam, na verdade, algum dano cerebral por causa de derrames silenciosos.

 

Os autores destacam que essas pessoas correm mais riscos de sofrer outros derrames e de perda acelerada de habilidades mentais. O estudo avaliou mais de 2 mil pessoas com média de idade de 62 anos e que não tinham histórico de derrame ou de seus sintomas.

 

E, segundo os especialistas, “as descobertas reforçam a necessidade de detecção precoce e tratamento de fatores de risco cardiovascular (como pressão alta, diabetes, ritmo cardíaco irregular e hábito de fumar) na meia-idade”.

 

Fonte: Blog Boa Saúde

Gripe, resfriado, rinite. Qual a diferença? (Parte 1)

Dias mais frios do que no início do ano, tempo seco e mudanças rápidas na temperatura. As condições climáticas deste período afetam, principalmente, a respiração. Nesta época, as crises respiratórias aumentam em cerca de 40%

 

Bastam alguns espirros para que as famosas crenças populares entrem em cena. A avó diz que é gripe. Para a mãe, é um resfriado, enquanto o tio garante que a causa do problema é a rinite. Qual deles está certo?

 

Por terem sintomas semelhantes, apesar das causas diferentes, é comum que as pessoas se confundam na hora de “pré-diagnosticar” o problema. Com isso, aumenta o risco do consumo inadequado da medicação, além do atraso no início do tratamento correto. Veja abaixo as características destes distúrbios respiratórios:

 

Resfriado:

 

É causado pelo rinovírus. Possui sintomas leves e, geralmente, o tratamento é rápido. O sintoma predominante do resfriado é a obstrução nasal e são raros os casos em que o paciente apresenta febre ou dores musculares.

 

Gripe:

 

É uma doença infecciosa, causada pelo vírus Influenza. Os sintomas desta moléstia são mais fortes do que os apresentados no resfriado. Os infectados apresentam febre alta, dores musculares e de cabeça, cansaço e obstrução nasal.

 

O ciclo da doença dificilmente ultrapassa dez dias, tempo que varia conforme o sistema imunológico do paciente. Para o tratamento da gripe, recomenda-se repouso, alimentação balanceada e ingestão abundante de líquidos. O uso de antialérgicos e antitérmicos deve ser administrado conforme orientação médica.

 

Rinite alérgica:

 

É uma inflamação do revestimento interno do nariz. “As rinites se caracterizam por quatro sintomas básicos: nariz entupido, secreção nasal, espirros e coceira no nariz”, informa o otorrinolaringologista Renato Roithmann, o presidente da Associação Brasileira Rinologia.

 

Os sintomas são manifestados logo após alguns minutos do contato com o alérgeno (substância que provoca a alergia). Ao contrário da gripe e do resfriado, os pacientes não apresentam desconfortos como dores musculares e de cabeça, febre e indisposições.

 

Para o tratamento deste tipo de alergia, é indicada a limpeza do ambiente, para que sejam tirados os agentes causadores da alergia. Como nem sempre esta limpeza é possível, o tratamento medicamentoso (que inclui vacinas) consiste na imunização do paciente.

 

Fonte: Portal iTodas

ACNE, de novo? (Parte 1)

Quando você pensou ter se livrado da acne para sempre, aí estão eles: cravos, espinhas, pele oleosa... Conheça as substâncias e os tratamentos disponíveis para curar esse tipo de inflamação.

 

O problema é mais comum do que se pensa. Está na pele de 30% da população adulta, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

 

A boa notícia é que em 85% dos casos podem desaparecer espontaneamente. E os 15% restantes são classificados como acne inflamatória, que necessita de tratamento, mas é curável.

 

Segundo o dermatologista Otávio Macedo, especialista em cosmiatria, "dizer que acne é típica da puberdade é um dos equívocos mais difundidos sobre doenças de pele".

 

Em seu livro A acne tem cura (Editora Globo), ele explica que na adolescência, quando é chamada de acne vulgar, é causada pela elevação dos níveis hormonais.

 

Os hormônios masculinos ou andrógenos (presentes também no organismo das mulheres) estimulam as glândulas sebáceas que passam a produzir mais sebo. O sebo fecha o poro, que se dilata, formando o cravo ou comedão. Se houver contaminação por bactérias, surge a espinha.

 

Cosméticos e estresse

 

Uma causa comum para o surgimento de cravos e espinhas é o uso de cosméticos excessivamente gordurosos. "Eles podem obstruir o folículo pilo-sebáceo, provocando a erupção acneiforme. Neste caso, o tratamento é local e eventualmente pode ser indicado um antibiótico via oral," diz o dermatologista Sebastião Sampaio. O estresse também é um fator desencadeante da acne, pois estimula as supra-renais, podendo aumentar a produção de andrógenos e levar à erupção de espinhas.

 

Processo se inicia sob a superfície da pele

 

A hiperatividade das glândulas sebáceas causa a produção excessiva do sebo que obstrui o poro e impede a saída natural das células mortas e bactérias. Essas células unem-se ao sebo, obstruindo ainda mais o poro. Surgem, então, os pequenos pontos brancos ou negros, e as paredes das glândulas se dilatam e inflamam, formando as espinhas.

 

Andrógenos e glândulas sebáceas

 

Mas não é só no período da adolescência que os hormônios mexem com a pele. "Muitas vezes, a mulher adulta que tem acne apresenta também um aumento de pêlos, quadro clínico que leva a investigar uma causa hormonal", diz Maria Fernanda Barca, doutora em endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Bastante comum, é a síndrome do ovário policístico, em que pequenos cistos não-cancerosos nos ovários produzem excesso de andrógenos.

 

Menopausa e anabolizantes

 

Nem mesmo no período da menopausa a mulher está livre do problema. É que, com a diminuição do estrógeno, o organismo tenta compensar a queda do hormônio, estimulando o estroma (tecido onde ficam os folículos) que libera mais andrógeno, fazendo a glândula sebácea produzir mais sebo.

 

Apesar de ser mais comum em mulheres, os homens também não escapam. Entre eles, a causa mais freqüente é o aumento da hipófise que passa a produzir mais prolactina (hormônio responsável pela produção do leite nas glândulas mamárias, mas que o homem possui em níveis baixos).

 

Outra causa da acne masculina vem do uso de anabolizantes (esteróides sexuais), drogas relacionadas à testosterona.

 

Substâncias que curam

 

O tratamento da acne deve ser feito por especialista e passa por uma rotina de higiene com sabonetes e produtos à base de peróxido de benzoíla e ácido salicílico.

 

Os produtos tópicos mais usados são os retinóides, derivados da vitamina A. Há casos que necessitam de antibióticos (tópicos ou orais) para conter a inflamação da pele. Mas, na opinião do professor Sebastião de Almeida Prado Sampaio, doutor em dermatologia, a substância de cura é a isotretinoína, medicamento de uso controlado.

 

"É um derivado da vitamina A que atua seletivamente sobre a glândula sebácea, diminui a sebogênese e normaliza a queratinização folicular alterada." O tempo da terapia é de cinco meses, com resultado de cura em 90% dos casos.

 

Mas atenção: é contra-indicado na gravidez, porque é um agente teratogênico, isto é, que pode provocar alteração no feto.

 

Fonte: Revista Viva Saúde