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Azeite evita derrame

Cientistas espanhóis revelam que o óleo atua contra a formação de coágulos no sangue, o que diminui o risco de acidente vascular cerebral, o AVC.

 

Ele enche de aroma e sabor dúzias e dúzias de receitas, de saladas a sobremesas. Também é figurinha recorrente nos centros de pesquisa de nutrição. Não faltam trabalhos apontando seus benefícios para o peito. Agora, estudo que acaba de ser divulgado vem para colocá-lo, mais uma vez, entre os itens indispensáveis à mesa. Cientistas da Universidade de Málaga, na Espanha, observaram que o líquido dourado é capaz de impedir a agregação plaquetária. Em outras palavras, ele atua contra a formação de coágulos no sangue. O feito está relacionado com a diminuição do risco de problemas como o acidente vascular cerebral, o AVC, ou derrame, como é mais conhecido.

 

Entretanto, vale ressaltar que o tipo de azeite por trás dessa ação benéfica é o extra-virgem, o mais puro suco da azeitona. É que ele concentra uma maior quantidade de substâncias protetoras, sobretudo os festejados polifenóis. Vale destacar ainda que a gordura monoinsaturada presente no alimento contribui para o equilíbrio dos níveis de colesterol, diz a nutricionista Lara Natacci Cunha, de São Paulo. Ou seja, trata-se de mais um empurrão para o sangue circular livremente, sem obstáculos no seu caminho.

 

E para aqueles que pensam que o óleo não pode ir para a panela, os pesquisadores avisam que, sim, ele pode, já que sua composição é bastante estável. Só não abuse de temperaturas altas. O recado é o seguinte: quanto maior o calor, mais as moléculas do bem se perdem.

 

Mas, você já experimentou degustá-lo puro? Saiba que hoje ele tem sido comparado aos vinhos. Há, inclusive, experts que percebem, apenas pelo contato com a língua, a região de cultivo das oliveiras.

 

Fonte: Yahoo

Estudo alerta para os perigos de derrames silenciosos

Os derrames silenciosos, que ocorre quando pequenos vasos cerebrais se rompem ou são obstruídos por coágulos sem a pessoa se dar conta imediatamente, são mais comuns do se imagina.

 

Em estudo recente realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, 11% das pessoas que pensavam ser saudáveis apresentavam, na verdade, algum dano cerebral por causa de derrames silenciosos.

 

Os autores destacam que essas pessoas correm mais riscos de sofrer outros derrames e de perda acelerada de habilidades mentais. O estudo avaliou mais de 2 mil pessoas com média de idade de 62 anos e que não tinham histórico de derrame ou de seus sintomas.

 

E, segundo os especialistas, “as descobertas reforçam a necessidade de detecção precoce e tratamento de fatores de risco cardiovascular (como pressão alta, diabetes, ritmo cardíaco irregular e hábito de fumar) na meia-idade”.

 

Fonte: Blog Boa Saúde