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Saiba como correr para perder a barriga

Queima da gordura abdominal exige tática de treino específica. Quem tem pressa em perder peso nem pensa duas vezes na hora de acelerar o passo: a corrida é, realmente, uma das melhores atividades físicas para emagrecer com saúde. O esporte aumenta o metabolismo, fazendo a queima de calorias acontecer mais rapidamente.

 

Por isso, o consumo maior de energia não se restringe aos minutos de treino, mas ao dia todo. Muitos defendem que a corrida leve é ideal para perder peso, numa prática com mais de 30 minutos. Nem sempre. O que emagrece mesmo é a continuidade da atividade física, com exigência crescente de esforço. O aumento do metabolismo, provocado pela atividade física, faz com que o organismo continue acelerado por mais alguma horas, depois do exercício. Ou seja, não é só durante a atividade física que há queima de gordura.

 

Com aumento do gasto calórico e uma dieta balanceada, seu corpo reage queimando as reservas de gordura. Por isso, as atividades mais longas ou mais intensas têm gasto energético-calórico maior e agradam mais quem busca resultados em pouco tempo.

 

A gordura abdominal, entretanto, exige uma tática específica para derreter. Contra ela, o mais eficaz é um programa de corrida ou caminha com variação de intensidade no mesmo treino. Isso, claro, sem exageros que levem a lesões. Os picos de treino obrigam o corpo a queimar energia até das fontes mais difíceis. Daí o consumo da gordura visceral.

 

Mas se você mantinha uma rotina sedentária, vá com calma. Lembre-se que o exagero de hoje pode significar até uma semana sem treinar. Respeite o seu ritmo e, na dúvida, peça orientação ao seu professor.

 

Fonte: Minha Vida

Estudo diz que exercício aeróbico pode diminuir apetite

Um grupo de voluntários com excesso de peso que fez exercícios aeróbicos durante três meses teve, além de uma diminuição de gordura corporal, uma ingestão menor de calorias vinculada a uma redução do apetite, conforme indicou um estudo apresentado hoje nos Estados Unidos.

 

Uma equipe de pesquisas do Hospital das Clínicas da Universidade do Chile, em Santiago, apresentou os resultados do estudo hoje na 90ª Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia, em San Francisco.

 

A diminuição na ingestão de calorias e a redução no índice de massa corporal estão vinculadas, segundo estes os pesquisadores, a níveis mais altos de uma proteína chamada fator neurotrófico cerebral (BDNF, na sigla em inglês).

 

Segundo uma das responsáveis pela pesquisa, Verónica Araya, a função principal desta proteína é a promoção do crescimento e da sobrevivência das células nervosas.

 

Porém, a informação mais recente obtida na pesquisa mostra, além disso, que a proteína está relacionada com a obesidade e o metabolismo, o que fez com que os médicos suspeitassem que poderia suprimir o apetite.

 

A equipe avaliou os níveis de proteína no sangue antes e após um programa de exercícios aeróbicos de três meses que teve participação de sete homens e oito mulheres, com idades entre 26 e 51 anos, que tinham excesso de peso ou eram obesos.

 

No começo das experiências, os participantes foram perguntados sobre sua ingestão de calorias e foi pedido que continuassem comendo como faziam anteriormente.

 

Os participantes não sabiam que um dos objetivos do estudo era a avaliação de mudanças na quantidade de comida ingerida.

 

Ao término do estudo, os voluntários apresentavam um índice mais baixo de massa corporal, uma redução da circunferência da cintura e da pressão sanguínea.

 

Além disso, os participantes disseram que passaram a consumir menos calorias que no começo do estudo.

 

Ao longo dos três meses aumentaram enormemente os níveis da proteína BDNF.

 

Segundo Araya, quanto mais alta era esta concentração, mais tinha diminuído a ingestão de calorias e maior era a perda de peso.

 

Dessa maneira, os pesquisadores chegaram à conclusão de que é possível que o aumento de BDNF suprima o apetite.

 

Fonte: Yahoo