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Estudo afirma que muito café pode diminuir os seios das mulheres

Segundo o site da 'BBC Brasil', o consumo de café em excesso pode provocar uma diminuição no tamanho dos seios de algumas mulheres, afirma um estudo na Suécia. Tal diminuição ocorre por conta de uma variação genética que atinge, aproximadamente, metade das mulheres entre as que tomam três ou mais xícaras de café por dia e não usam pílulas anticoncepcionais.

 

A pesquisa foi publicada na revista científica 'British Journal of Cancer', onde pode-se ler que a mutação genética seria a responsável pela relação entre o consumo de café e o tamanho dos seios por afetar os hormônios femininos.

 

Uma das explicações oferecidas pelos cientistas é de que o café contém estrogênios que afetariam diretamente o funcionamento dos hormônios das mulheres, causando um impacto no tamanho dos seios.

 

Para a coordenadora do estudo, Helena Jernstrom, da Universidade de Lund, na Suécia, "beber café pode ter um impacto grande no tamanho dos seios". No entanto, os pesquisadores alertam que as mulheres que bebem café não precisam se preocupar porque a diminuição não é repentina e não fará com que os seios percam todo o volume.

 

Como foi feita a pesquisa

 

Os pesquisadores analisaram 300 mulheres que não tomavam pílulas anticoncepcionais e não tinham histórico de câncer. Entre elas, 50% possuíam a variante genética. Durante dez anos, estas mulheres responderam questionários periódicos sobre consumo de café, uso de contraceptivos e hábitos como o fumo, por exemplo.

 

Além disso, os pesquisadores mediram os níveis hormonais e o tamanho dos seios das mulheres. Os seios foram medidos como se fossem pirâmides – multiplicando o tamanho da base e das laterais para indicar o volume.

 

Ao final da pesquisa, os cientistas puderam notar que as mulheres que tinham a variação genética e tomavam uma quantidade moderada ou alta de café (pelo menos três xícaras por dia) apresentaram uma diminuição no tamanho dos seus seios.

 

Fonte: Yahoo

Estudo liga mutação genética a vício pelo cigarro

Uma pesquisa conduzida por cientistas americanos sugere que mutações genéticas podem estar por trás do vício pelo cigarro.

 

A equipe, da Universidade de Utah, investigou mutações genéticas em um gene que determina a estrutura do "receptor da nicotina no cérebro", uma proteína que interage com a substância e determina o nível de dependência por ela.

 

Os especialistas analisaram amostras de DNA de 2.827 fumantes e avaliaram o nível de dependência em nicotina, além de informações como a idade em que eles haviam começado a fumar, há quanto tempo fumavam e o número de cigarros fumados por dia.

 

Eles verificaram que os fumantes que haviam começado a fumar antes dos 17 anos e tinham uma cópia duplicada do gene que interage com a nicotina tinham até cinco vezes mais chances de ficarem viciados em cigarro durante a vida adulta.

 

Já para os que começavam a fumar com 17 anos ou mais, a chance de dependência era bem menor. Ainda segundo os especialistas, outras variações encontradas no mesmo gene poderiam funcionar de maneira oposta, evitando a dependência pelo tabaco.

 

Prevenção

 

Os especialistas afirmam que seria importante identificar adolescentes com mutações genéticas que podem levar à dependência pelo cigarro como forma de tentar reduzir os índices de tabagismo.

 

"Nós sabemos que pessoas que começam a fumar quando jovens têm mais chances de sofrer séria dependência pela nicotina na vida adulta", afirmou o coordenador da pesquisa, Robert Weiss.

 

"A identificação de indivíduos com tais variações genéticas poderia beneficiá-los com intervenções como campanhas educativas para adolescentes. Em última análise, ações como essa poderiam resultar na redução do tabagismo."

 

Fonte: Folha Online