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Dicas para controlar alergia respiratória

Nariz escorrendo e olhos irritados por dentro e por fora. Esses são os sintomas mais comuns da alergia de primavera-verão, que deve seguir até março do próximo ano. Inversão térmica e polinização das árvores são os principais fatores desencadeadores da crise alérgica, que costuma ser mais agressiva entre outubro e dezembro.

 

De acordo com o Dr. João Geraldo Simões Houly, chefe da Clínica Médica do Hospital Santa Paula (SP), além da alternância entre dias com baixíssima umidade do ar e chuvosos, é importante prestar atenção aos sintomas. "As alergias respiratórias são bastante comuns, mas muito incômodas. Pessoas com reações alérgicas mais intensas se sentem tão incomodadas que acabam comprometendo suas tarefas diárias, sejam estudantis ou profissionais. O nariz escorre constantemente e coça. Os olhos ficam irritados e lacrimejam", descreve os sintomas.

 

Sinusite

 

Houly faz um alerta: "É importante prestar atenção nas reações do organismo para descartar outras doenças respiratórias. Resfriados que se prolongam por mais de uma semana, presença de secreções esverdeadas, tosse persistente e reclamações constantes de dor de cabeça podem levar ao diagnóstico e sinusite".

 

Outro sintoma da sinusite é que ela costuma prejudicar a respiração noturna, levando a pessoa a dormir de boca aberta, desenceadando dor de garganta.

 

O especialista aponta sete importantes dicas para controlar as crises alérgicas:

 

1) Nos dias mais quentes, lave cobertores e edredons, guardando em seguida no armário o que não for utilizar durante o período;

 

2) Aproveite o calor também para limpar, enrolar e guardar todos os tapetes da casa, já que são fonte permanente de poeira e ácaros;

 

3) Em ambientes acarpetados é necessário passar o aspirador de pó com freqüência, mantendo uma rotina de limpeza diária da casa para evitar o acúmulo de pó;

 

4) Evite manter o lixo – ainda que em pequena quantidade – dentro de casa;

 

5) Quando o ar estiver 'seco', utilize um umidificador de ambientes ou substitua o aparelho por bacias com água em todos os dormitórios durante a noite. Isso melhora a respiração e garante um sono mais tranqüilo;

 

6) Nunca coloque plantas naturais nos quartos;

 

7) Utilize máscara e luvas de borracha durante a limpeza pesada. O contato com as substâncias químicas dos produtos de limpeza podem agravar a alergia.

 

Fonte: Yahoo

Transtornos psiquiátricos afetam 5 milhões de crianças, revela estudo

Pesquisa da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), feita em todo País, revela de 5 milhões de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos têm sintomas de transtornos psiquiátricos. O levantamento, feito em parceria com o Ibope, entrevistou 2.002 mães de jovens. Os dados do estudo apontam que em 8,7% das crianças pesquisadas prevalecem sintomas de hiperatividade/desatenção. Em segundo lugar estão as dificuldades de aprendizagem, em 7,8%.

 

A pesquisa não detecta, no entanto, se as crianças efetivamente têm a doença, mas que têm sintomas importantes de determinado transtorno. O uso de álcool e drogas prevaleceu em 2,8% dos entrevistados pela pesquisa assustou os especialistas. "É um número altíssimo se levarmos em conta que não avaliamos só adolescentes, mas também crianças", afirma a psiquiatra infantil Tatiana Moya, da ABP.

 

Os sintomas dos transtornos psiquiátricos causam profundo sofrimento emocional nas crianças e adolescentes. Quanto aos pais, além de não conseguirem compreender o que está acontecendo, ainda podem interpretar de maneira errônea o comportamento dos filhos e até castigá-los.

 

"O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade muitas vezes é entendido como rebeldia", exemplifica a Tatiana. Os portadores desses transtornos acabam sendo rotulados como maus filhos. Famílias de crianças com transtorno desafiador opositivo passam por situações extremamente estressantes. "São aquelas crianças que de maneira sistemática e em tudo contrariam os pais. Se está calor e a mãe quer que ela vista blusa e saia, irá vestir blusa de manga e calça comprida. A oposição é tanta que muitas vezes não se consegue nem sair de casa com a criança."

 

Psicopata

 

Os especialistas afirmam que crianças com sintomas psiquiátricos não tratados podem se tornar adultos vulneráveis. Os que chegarem à idade adulta sem tratamento terão maior risco de abusar do uso de drogas e ter comportamento violento. "Crianças com depressão vêem o mundo de forma negativa. Um adulto que cresce dessa maneira vai ser inseguro e terá dificuldades, por exemplo, para lidar com as pressões de um emprego." No caso dos distúrbios de conduta, presente em 3,4% dos entrevistados, a psiquiatra explica que parte desses pode se tornar psicopata.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Suar diminui riscos de asma durante exercícios

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que o suor pode reduzir as chances de asma durante a prática de exercícios físicos. A pesquisa, realizada por especialistas da Universidade de Michigan, afirma que atletas que sofrem de asma em conseqüência de exercícios produzem menos suor, lágrimas e saliva.

 

Os sintomas da asma induzida pelo exercício são similares ao da asma crônica e os ataques se manifestam normalmente vários minutos após o início da prática do esforço físico. Uma das razões seria porque os atletas teriam as vias aéreas mais contraídas, exigindo maior nível de esforço e de respiração. Na pesquisa, os especialistas analisaram como 56 atletas que sofrem do problema reagiram a dois medicamentos. O primeiro deles tinha o objetivo de contrair as vias aéreas, enquanto o segundo induzia a produção de saliva e suor.

 

Eles observaram que os voluntários que responderam bem ao primeiro remédio, reduzindo significativamente o movimento do ar pelos pulmões, foram também os que menos reagiram ao primeiro, suando menos. Em contrapartida, os que não tiveram as vias áreas contraídas em resposta ao primeiro medicamento, suaram mais.

 

Segundo os pesquisadores, apesar de os testes não explicarem por que a falta de suor seria responsável pela asma, os resultados sugerem que atletas que suam pouco produzem poucos fluidos pelas vias aéreas. "A quantidade de fluidos secretadas pelas vias respiratórias pode ser um determinante chave na proteção de atletas contra a asma", disse o coordenador da pesquisa, Warren Lockette.

 

"Se eles choram ou suam, pelo menos não vão ficar ofegantes". O trabalho científico foi publicado na revista "Chest".

 

Fonte: Ciência e Saúde

Evite os 5 erros mais comuns no uso de antibióticos

Os perigos estão na combinação com outros remédio e até na falha entre as doses

 

Nem todo mundo trata o assunto com a seriedade que ele merece. Ao contrário, tem gente que engole antibiótico como se fossem jujubas. Qualquer dor de cabeça basta para correr à farmácia e pedir uma caixa daquele remédio que alguém na família tomou, com sucesso. Um tiro no pé. Antibiótico precisa de prescrição médica rigorosa. Existem várias fórmulas para combater a mesma doença, e só médico sabe a mais adequada , afirma o infectologista Jorge Amarante, do Hospital Samaritano.

 

A seguir, o especialista aponta os erros mais comuns nesse tipo de tratamento, revela os perigos relacionados a cada um deles e indica como proceder em situações de surpresa, como o esquecimento de uma dose ou o aparecimento de alergias.

 

Parar o tratamento no meio

 

As infecções mais comuns (garganta, ouvido e pele) pedem de cinco a sete dias de tratamento, com doses a cada oito horas. O problema é que os resultados do remédio aparecem logo nas primeiras doses, e muita gente acha que já pode dispensá-lo. Um erro grave, porque a doença não é curada. Morrem apenas as bactérias menos resistentes, as mais fortes persistem e, pior, tornam-se imunes ao medicamento , afirma o infectologista do Hospital Samaritano.

 

Esquecer a hora de tomar o remédio

 

O intervalo entre as doses é calculado de acordo com a chamada meia-vida do remédio (tempo em que a concentração dele cai pela metade na corrente sangüínea). Uma dose ingerida antes da hora pode causar intoxicação ou, simplesmente, pode não ser absorvida pelo organismo , afirma o especialista. Já quando você se esquece de tomar o medicamento, pode sofrer com a volta dos sintomas. Converse com o seu médico sobre a melhor maneira de agir caso isso aconteça. Em alguns casos, é melhor tomar dois comprimidos de uma vez. Já, em outros, é melhor continuar o tratamento, incluindo a dose esquecida no final.

 

Tomar antibiótico sem prescrição

 

O erro é grave com qualquer medicamento. Mas, com os antibióticos, o perigo é dobrado. Há vários riscos envolvidos: alergia, intoxicação e, por fim, o não tratamento da doença. Doenças virais não são combatidas com antibióticos. Além disso, tomar os medicamentos à toa acaba afetando as bactérias naturais do nosso corpo e, muitas vezes, elas tornam-se nocivas e passam a causar doenças.

 

Combinar medicamentos

 

Sem orientação médica, não pense sequer em tomar analgésicos junto a um antibiótico. Na situação menos grave, você vai se contorcer com dores no estômago. E, nos piores casos, temos a chamada hepatite medicamentosa. O fígado é intoxicado com tanta medicação e precisamos suspender o tratamento, iniciando outro , afirma o médico.

 

Forrar o estômago

 

Cruzar a hora da medicação com as refeições é um problema. Isso porque, com a digestão, o organismo demora mais a absorver o remédio. O ideal mesmo é tomar o antibiótico duas horas antes de comer. E faça isso com água, não com leite. Alguns remédios são mais bem aproveitados na presença de leite, mas é melhor perguntar ao seu médico se este é o caso , recomenda o especialista.

 

Fonte: Portal Minha Vida

Estudo alerta para os perigos de derrames silenciosos

Os derrames silenciosos, que ocorre quando pequenos vasos cerebrais se rompem ou são obstruídos por coágulos sem a pessoa se dar conta imediatamente, são mais comuns do se imagina.

 

Em estudo recente realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, 11% das pessoas que pensavam ser saudáveis apresentavam, na verdade, algum dano cerebral por causa de derrames silenciosos.

 

Os autores destacam que essas pessoas correm mais riscos de sofrer outros derrames e de perda acelerada de habilidades mentais. O estudo avaliou mais de 2 mil pessoas com média de idade de 62 anos e que não tinham histórico de derrame ou de seus sintomas.

 

E, segundo os especialistas, “as descobertas reforçam a necessidade de detecção precoce e tratamento de fatores de risco cardiovascular (como pressão alta, diabetes, ritmo cardíaco irregular e hábito de fumar) na meia-idade”.

 

Fonte: Blog Boa Saúde

Gripe, resfriado, rinite. Qual a diferença? (Parte 1)

Dias mais frios do que no início do ano, tempo seco e mudanças rápidas na temperatura. As condições climáticas deste período afetam, principalmente, a respiração. Nesta época, as crises respiratórias aumentam em cerca de 40%

 

Bastam alguns espirros para que as famosas crenças populares entrem em cena. A avó diz que é gripe. Para a mãe, é um resfriado, enquanto o tio garante que a causa do problema é a rinite. Qual deles está certo?

 

Por terem sintomas semelhantes, apesar das causas diferentes, é comum que as pessoas se confundam na hora de “pré-diagnosticar” o problema. Com isso, aumenta o risco do consumo inadequado da medicação, além do atraso no início do tratamento correto. Veja abaixo as características destes distúrbios respiratórios:

 

Resfriado:

 

É causado pelo rinovírus. Possui sintomas leves e, geralmente, o tratamento é rápido. O sintoma predominante do resfriado é a obstrução nasal e são raros os casos em que o paciente apresenta febre ou dores musculares.

 

Gripe:

 

É uma doença infecciosa, causada pelo vírus Influenza. Os sintomas desta moléstia são mais fortes do que os apresentados no resfriado. Os infectados apresentam febre alta, dores musculares e de cabeça, cansaço e obstrução nasal.

 

O ciclo da doença dificilmente ultrapassa dez dias, tempo que varia conforme o sistema imunológico do paciente. Para o tratamento da gripe, recomenda-se repouso, alimentação balanceada e ingestão abundante de líquidos. O uso de antialérgicos e antitérmicos deve ser administrado conforme orientação médica.

 

Rinite alérgica:

 

É uma inflamação do revestimento interno do nariz. “As rinites se caracterizam por quatro sintomas básicos: nariz entupido, secreção nasal, espirros e coceira no nariz”, informa o otorrinolaringologista Renato Roithmann, o presidente da Associação Brasileira Rinologia.

 

Os sintomas são manifestados logo após alguns minutos do contato com o alérgeno (substância que provoca a alergia). Ao contrário da gripe e do resfriado, os pacientes não apresentam desconfortos como dores musculares e de cabeça, febre e indisposições.

 

Para o tratamento deste tipo de alergia, é indicada a limpeza do ambiente, para que sejam tirados os agentes causadores da alergia. Como nem sempre esta limpeza é possível, o tratamento medicamentoso (que inclui vacinas) consiste na imunização do paciente.

 

Fonte: Portal iTodas

Dengue: saiba quais são os sintomas

Boa parte das pessoas infectadas com o vírus da dengue não apresenta sintomas. O aparecimento deles é influenciado por diversos fatores, como o tipo de vírus, a idade do paciente, seu estado imunológico, bem como sua constituição genética.

 

A doença, contudo, evolui rapidamente nas pessoas que desenvolvem os sintomas, exigindo acompanhamento médico a partir do surgimento dos primeiros indícios de dengue até o desaparecimento total dos mesmos.

 

"Ao perceber os primeiros sintomas, a pessoa precisa procurar assistência médica. Só um médico pode avaliar se o quadro é mesmo de dengue ou de outra doença com sintomas semelhantes", recomenda Andrea D'Ávila Freitas, infectologista da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

 

Segundo ela, qualquer pessoa pode contrair a doença. Mas ainda existem lacunas na compreensão do mecanismo fisiopatológico que leva ao aparecimento de suas formas graves. "A teoria mais aceita diz que indivíduos com infecção prévia, quando em contato com outro sorotipo, desenvolvem as formas mais graves", revela a pesquisadora.

 

Dengue clássica ou hemorrágica

 

Assim que a pessoa é picada pela fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti, o vírus entra na sua corrente sangüínea e aloja-se em órgãos como baço e fígado. Lá, replica-se durante um período que varia de três a sete dias, fase conhecida como incubação, anterior ao aparecimento dos sintomas.

 

Após o período de incubação, o vírus volta a circular no sangue, replica-se nas células, gerando respostas inflamatórias, e atinge a medula óssea, interferindo no número de plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue.

 

Os principais sintomas da dengue clássica são febre alta com início repentino, dor intensa nos músculos e nas articulações, dor de cabeça, especialmente atrás dos olhos, fraqueza e manchas avermelhadas na pele. Também são relatados cansaço e fraqueza, náusea, vômito e diarréia, além de perda do paladar e do apetite. Algumas pessoas podem ter pequenos sangramentos, principalmente no nariz e nas gengivas.

 

De acordo com Gustavo Johanson, infectologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), as formas graves da dengue passam pelos sintomas de sua manifestação clássica. "A dengue é muito dinâmica e rápida. Sua evolução dura de sete a dez dias e, de uma hora para outra, pode ocorrer a queda da pressão", lembra Freitas. Por isso a importância do acompanhamento médico.

 

A queda de pressão arterial é um dos principais sintomas da síndrome do choque da dengue, apontada pelo infectologista Edimilson Migowski, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), como a maior causa de morte associada à doença. Em seguida, estão as lesões hepáticas e os sangramentos.

 

A dengue hemorrágica, uma das manifestações graves da doença, caracteriza-se não apenas pela febre alta, mas também por sangramentos intensos, vômitos e fezes com sangue, além de hematomas no corpo.

 

Dor abdominal intensa, tontura e queda de pressão também são sinais de alerta. Muitas vezes, esses sintomas aparecem no quarto dia de manifestação da doença, assim que a febre desaparece. Como o quadro clínico se agrava rapidamente, podendo levar a insuficiência circulatória e choque, a pessoa precisa procurar imediatamente apoio médico.

 

O choque caracteriza-se pela queda acentuada de pressão acarretada pela dilatação dos vasos sangüíneos. Tontura, visão turva e perda dos sentidos são algumas das conseqüências. Numa segunda fase, a pessoa em choque apresenta a pele fria e com coloração azul-arroxeada, além de pulso rápido. Pessoas com dengue clássica também podem apresentar o quadro devido à desidratação.

 

Fonte: Uol