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Ronco afeta negativamente o funcionamento do cérebro, diz estudo

Crianças que sofrem de problemas respiratórios durante o sono – ronco ou apnéia obstrutiva do sono – frequentemente apresentam dificuldades na sala de aula. Porém ainda não está claro se isso ocorre porque as crianças ficam sonolentas demais para aprender ou se há um outro mecanismo por trás desses problemas cognitivos.

 

Um novo estudo do Cincinnati Children’s Hospital, nos Estados Unidos, indica que, pelo menos entre as crianças que roncam, a dificuldade de aprendizado poderia ser explicada por uma menor oxigenação cerebral durante o sono.

 

Avaliando 92 crianças (32 com ronco primário, 46 com apnéia do sono e 14 sem esses problemas), os pesquisadores notaram que apenas aqueles que roncavam apresentavam menores níveis de oxigenação do que o grupo controle. Aqueles que tinham apnéia, que é mais grave, por outro lado, tinham maiores níveis de oxigenação.

 

Essa diferença, de acordo com os autores, poderia ser explicada pela maior pressão sangüínea das crianças com apnéia, em comparação com aquelas que somente roncam. “Levando em conta o papel da pressão sangüínea em regular a quantidade de concentração de oxigênio no cérebro, podemos ter um melhor entendimento da relação entre distúrbios respiratórios de sono e déficit cognitivo” explicaram os autores.

 

Em editorial que acompanha o estudo, o especialista David Gozal, da Universidade de Louisville, destaca que o estudo mostra que “déficits neurocognitivos não são apenas questão do cérebro, mas envolve também o sistema cardiovascular”.

 

Fonte: Boa Saúde

Emagreça com moderação para não perder a memória

Idosos que mantêm um peso saudável podem estar preservando sua memória e se prevenindo contra a doença de Alzheimer, segundo estudo da Escola de Saúde Publica Johns Hopkins Bloomberg, nos EUA.

 

Os resultados da pesquisa indicaram que a obesidade aumenta em 80% o risco de ter Alzheimer, e estar abaixo do peso normal também aumenta em 36% as chances de desenvolver problemas cognitivos.

 

Os especialistas analisaram 10 estudos internacionais realizados entre 1995 e 2007 sobre a relação peso corporal-risco de demência. E os resultados incentivaram os autores a encorajar a adoção de um estilo de vida saudável para a prevenção de problemas cognitivos, como o mal de Alzheimer, que afeta cerca de 5 milhões de pessoas nos Estados Unidos.

 

Fonte: Blog Boa Saúde